Instalando Debian GNU/Linux 3.0 para Motorola 680x0 --------------------------------------------------- Bruce Perens Sven Rudolph Igor Grobman James Treacy Adam Di Carlo vers�o 3.0.23, 16 May, 2002 ------------------------------------------------------------------------------- Resumo ------ Este documento cont�m instru��es de instala��o do sistema Debian GNU/Linux 3.0, para arquiteturas Motorola 680x0 ("m68k"). Tamb�m contem apontadores para maiores informa��es e instru��es de como obter mais de seu novo sistema Debian. Os procedimentos neste documento _n�o_ s�o indicados para serem usados por usu�rios atualizando sistemas existentes; se voc� est� atualizando, veja o documento Notas de Lan�amento para o Debian 3.0 (http://www.debian.org/releases/woody/m68k/release-notes/). Nota dos Direitos de Autor -------------------------- Este documento pode ser distribu�do ou modificado sobre os termos da Licen�a P�blica Geral GNU. Public Licence. (C) 1996 Bruce Perens (C) 1996, 1997 Sven Rudolph (C) 1998 Igor Grobman, James Treacy (C) 1998-2002 Adam Di Carlo Este manual � software livre; voc� pode redistribui-lo e/ou modifica-lo de acordo com os termos da Licen�a P�blica Geral GNU como publicada pela Free Software Foundation; , vers�o 2 da licen�a ou (a crit�rio do autor) qualquer vers�o posterior. Este manual � distribu�do com a iten��o de ser �til ao seu utilizador, no entanto _N�O TEM NENHUMA GARANTIA_, EXPL�CITAS OU IMPL�CITAS, COMERCIAIS OU DE ATENDIMENTO A UMA DETERMINADA FINALIDADE. Consulte a Licen�a P�blica Geral GNU para maiores detalhes. Uma c�pia da Licen�a P�blica Geral GNU est� dispon�vel em `/usr/share/common-licenses/GPL' na distribui��o Debian GNU/Linux ou no website da GNU (http://www.gnu.org/copyleft/gpl.html) na Web. Voce tamb�m pode obter uma c�pia escrevendo para a Free Software Foundation, Inc., 59 Temple Place - Suite 330, Boston, MA 02111-1307, USA. N�s requeremos que voc� atribua qualquer material derivado deste documento � Debian e seus autores. Se voc� modificar e melhorar este documento, n�s requisitamos que os autores sejam notificados, pelo e-mail <debian-boot@lists.debian.org>. Tradu��o inicial feita integralmente para o idioma portugu�s por: Gleydson Mazioli da Silva <gleydson@cipsga.org.br>. A atualiza��o deste documento para o lan�amento da woody foi feita pela equipe task force do Debian l10n: A tradu��o deste documento para o Idioma Portugu�s foi realizada por: Gleydson Mazioli da Silva (gleydson@cipsga.org.br / gleydson@focalinux.org) As atualiza��es desta tradu��o feita pela task force pt_BR foram feitas por: * Andre Luiz Lopes <andrelop@ig.com.br> * Gleydson Mazioli da Silva <gleydson@cipsga.org.br> * Luis Alberto Garcia Cipriano <lacipriano@uol.com.br> * Marcio Roberto Teixeira <marciotex.l1@pro.via-rs.com.br> * Paulo Rog�rio Ormenese <pormenese@uol.com.br> ------------------------------------------------------------------------------- �ndice ------ 1. Bem vindo a Debian 1.1. O que � a Debian? 1.2. O que � GNU/Linux? 1.3. O que � Debian GNU/Linux? 1.4. O que � Debiab GNU/Hurd? 1.5. Obtendo a Debian 1.6. Obtendo a vers�o mais nova deste documento 1.7. Organiza��o deste documento 1.8. Este documento possui problemas conhecidos 1.9. Sobre Copyrights e Licen�as de Software 2. Requerimentos do Sistema 2.1. Hardware suportado 2.2. M�dia de Instala��o 2.3. Requerimentos de Mem�ria e Espa�o em Disco 2.4. Hardware para Conectividade de Rede 2.5. Perif�ricos e Outro Hardware 2.6. Obtendo Hardware espec�fico para GNU/Linux 3. Antes de Instalar Debian GNU/Linux 3.1. Visualiza��o do Processo de Instala��o 3.2. Fa�a C�pia de Seguran�a de seus Dados Existentes! 3.3. Informa��o que voc� precisar� 3.4. Planejando o Uso do Sistema 3.5. Pr�-Particionando para Sistemas Multi-Boot 3.6. Configura��o de Pr�-Instala��o do Sistema Operacional e do Hardware 4. Obtendo a M�dia de Instala��o do Sistema 4.1. Conjunto de CDs oficiais da Debian GNU/Linux 4.2. Obtendo os arquivos atrav�s dos mirrors da Debian 4.3. Criando os disquetes atrav�s de imagens de disco 4.4. Preparando arquivos para inicializa��o via disco r�gido 4.5. Preparando arquivos para inicializa��o TFTP via rede 4.6. Instala��o Autom�tica 5. Iniciando o sistema de instala��o 5.1. Argumentos de Inicializa��o 5.2. Inicializando atrav�s de um CD-ROM 5.3. Inicializando a partir de disquetes 5.4. Inicializando atrav�s de um Disco R�gido 5.5. Inicializando do TFTP 5.6. Problemas durante o processo de instala��o 5.7. Introduction to `dbootstrap' 5.8. ``Notas de Lan�amento'' 5.9. ``Menu Principal de Instala��o - Sistema Debian GNU/Linux'' 5.10. ``Configurar o Teclado'' 5.11. �ltima Chance! 6. Particionando seu disco r�gido 6.1. Introdu��o 6.2. Planejando o uso do seu sistema 6.3. Nomes dos dispositivos no Linux 6.4. Esquema de particionamento recomendado 6.5. Exemplo de particionamento 6.6. ``Particionar o Disco R�gido'' 6.7. ``Inicializar e Ativar uma Parti��o Swap'' 6.8. ``Inicializar uma Parti��o Linux'' 6.9. ``Montar uma Parti��o Linux j� Inicializada'' 6.10. Montando parti��es n�o suportadas pelo `dbootstrap' 7. Installing the Kernel and Base Operating System 7.1. ``Instalar o Kernel e os M�dulos'' 7.2. Network 7.3. ``Configurar os M�dulos dos Controladores de Dispositivos'' 7.4. ``Configurar a Rede'' 7.5. ``Instalar o Sistema B�sico'' 8. Booting Into Your New Debian System 8.1. ``Fazer o Sistema Inicializ�vel'' 8.2. ``Criar um Disquete de Partida'' 8.3. O Momento da Verdade 8.4. Configura��o da Debian p�s-inicializa��o (base) 8.5. Senhas MD5 8.6. Suporte a Senhas Ocultas 8.7. Escolher a senha do usu�rio root 8.8. Criando um usu�rio ordin�rio 8.9. Configurando o PPP 8.10. Configurando o APT 8.11. Instala��o de Pacotes: Simples ou Avan�ada 8.12. Sele��o Simples de Pacotes -- O Instalador de Tarefas 8.13. Sele��o Avan�ada de Pacotes com o `dselect' 8.14. Entrando no Sistema 9. Pr�ximos passos e para onde ir a partir daqui 9.1. Se voc� � novo no Unix 9.2. Orientando-se com a Debian 9.3. Futuras leituras e informa��es 9.4. Compilando um novo Kernel 10. Informa��es t�cnica sobre os disquetes de inicializa��o 10.1. C�digo Fonte 10.2. Disquete de recupera��o 10.3. Trocando o kernel do disquete de recupera��o 11. Ap�ndice 11.1. Informa��es �teis 11.2. Obtendo a Debian GNU/Linux 11.3. Dispositivos do Linux 11.4. Espa�o em disco requerido para as tarefas 11.5. Efeitos do Verbose e Quit 12. Administrivia 12.1. Sobre este documento 12.2. Contribuindo com este documento 12.3. Maiores contribui��es 12.4. Reconhecimento de marcas registradas ------------------------------------------------------------------------------- 1. Bem vindo a Debian --------------------- N�s estamos felizes em ver que voc� decidiu utilizar a Debian e estamos certos de que voc� ver� que a distribui��o Debian GNU/Linux � �nica. A Debian GNU/Linux re�ne software livre de alta qualidade de todo o mundo, integrado em um sistema coerente como um todo. Acreditamos que voc� comprovar� que o resultado � verdadeiramente mais do que a soma das partes. Este cap�tulo oferece uma vis�o do Projeto Debian e Debian GNU/Linux. Se voc� j� sabe a hist�ria do Projeto Debian e sobre a distribui��o Debian GNU/Linux, sinta-se livre para seguir at� o pr�ximo cap�tulo. 1.1. O que � a Debian? ---------------------- Debian � uma organiza��o totalmente volunt�ria, dedicada ao desenvolvimento de software livre e a promover os ideais da Funda��o do Software Livre (Free Software Foundation). O projeto Debian foi iniciado em 1993, quando Ian Murdock lan�ou um convite aberto para desenvolvedores de software para que eles contrbu�ssem para uma distribui��o de software completa e coerente baseada no relativamente novo kernel Linux. Essa relativamente pequena associa��o de entusiastas dedicados, fundada originalmente pela Free Software Foundation (http://www.fsf.org/fsf/fsf.html) e influenciada pela filosofia GNU (http://www.gnu.org/gnu/the-gnu-project.html) evoluiu com o passar dos anos para uma organiza��o que possui em torno de 500 _Desenvolvedores Debian_. Os Desenvolvedores Debian est�o envolvidos em uma variedade de atividades, incluindo administra��o de sites Web (http://www.debian.org/) e FTP (ftp://ftp.debian.org/), design de gr�ficos, an�lise legal de licen�as de softwares, cria��o de documenta��o e, � claro, manuten��o de pacotes de software. No interesse de comunicar nossa filosofia e atrair desenvolvedores que acreditam nos objetivos da Debian, o projeto Debian publicou diversos documentos que exp�em nossos valores e servem de guia para definir o que significa ser um Desenvolvedor Debian. * O Contrato Social Debian (http://www.debian.org/social_contract) � um relato do comprometimento da Debian para com a Comunidade do Software Livre. Qualquer pessoa que aceite obedecer ao Contrato Social pode se tornar um mantenedor (http://www.debian.org/doc/maint-guide/). Qualquer mantenedor pode incluir software novo na Debian --- contanto que o software atenda os crit�rios de ser livre e o pacote siga nossos padr�es de qualidade. * O Manual de Pol�ticas Debian (http://www.debian.org/doc/debian-policy/) � uma extensiva especifica��o dos padr�e de qualidade do Projeto Debian. Os Desenvolvedores Debian tamb�m est�o envolvidos em diversos outros projetos; alguns espec�ficos da Debian, outros envolvendo alguns ou toda a comunidade Linux. Alguns exemplos s�o: * O Linux Standard Base (http://www.linuxbase.org/) (LSB) � um projeto que almeja padronizar o sistema b�sico GNU/Linux, o que permitir� que desenvolvedores de software e hardware facilmente criem software e controladores de dispositivos para Linux em geral, ao inv�s de somente para uma distribui��o GNU/Linux espec�fica. * O Filesystem Hierarchy Standard (http://www.pathname.com/fhs/) (FHS) � um esfor�o para padronizar a estrutura do sistema de arquivos do Linux. O FHS permitir� que desenvolvedores de software concentrem seus esfor�os no design de programas, sem se preocupar com detalhes como a maneira que seu pacote ser� instalado nas diversas distribui��es GNU/Linux. * O Debian Jr. (http://www.debian.org/devel/debian-jr/) � um projeto interno, o qual t�m por objetivo certificar-se que a Debian tenha algo para oferecer para nossos jovens usu�rios. Para maiores informa��es gerais sobre a Debian, veja o Debian FAQ (http://www.debian.org/doc/FAQ/). 1.2. O que � GNU/Linux? ----------------------- O projeto GNU desenvolveu um conjunto compreensivo de ferramentas de software livre para uso com o Unix(TM) e outros sistemas operacionais semelhantes ao Unix, como o Linux. Estas ferramentas permitem que usu�rios executem tarefas das mais simples (como copiar ou remover arquivos do sistema) at� tarefas mais complicadas (como escrever e compilar programas e fazer edi��es sofisticadas em uma variedade de formatos de documentos). Um sistema operacional consiste de v�rios programas fundamentais que s�o necess�rios para seu computador para que ele possa se comunicar e receber instru��es dos usu�rios, ler e gravar dados no disco r�gido, fitas e impressoras, controlar o uso da mem�ria e executar outros softwares. A parte mais importante de um sistema operacional � o kernel. Em um sistema GNU/Linux, o Linux � componente kernel. O restante do sistema consiste de outros programas, muitos dos quais foram escritos por ou para o projeto GNU. Devido ao kernel Linux sozinho n�o constituir um sistema operacional utiliz�vel, n�s preferimos usar o termo ``GNU/Linux'' quando nos referimos ao sistema que muitas pessoas casualmente se referem como ``Linux''. O kernel Linux (http://www.kernel.org/) apareceu pela primeira vez em 1991, quando um estudante finland�s de Ci�ncia da Computa��o chamado Linux Torvalds anunciou uma vers�o preliminar de um substituto para o kernel Minix no grupo e not�ciasda Usenet `comp.os.minix'. Veja a P�gina da Hist�ria do Linux (http://www.li.org/linuxhistory.php) da Linux International. Linux Torvalds continua a coordenar o trabalho de centenas de desenvolvedores com a ajuda de alguns eleitos confi�veis. Um excelente sum�rio semanal das discuss�es na lista de discuss�o `linux-kernel' � a Kernel Traffic (http://kt.zork.net/kernel-traffic/). Maiores informa��es sobre a lista de discuss�o `linux-kernel' pode ser encontrada no FAQ da lista linux-kernel (http://www.tux.org/lkml/). 1.3. O que � Debian GNU/Linux? ------------------------------ A combina��o da filosofia e metodologia Debian com as ferramentas GNU, o kernel Linux, e outros importantes softwares livres, formam uma distribui��o de software �nica chamada Debian GNU/Linux. Esta distribui��o � constitu�da de um grande n�mero de _pacotes_ de software. Cada pacote na distribui��o cont�m execut�veis, scripts, documenta��o, informa��o de configura��o e possui um _mantenedor_ que � primariamente respons�vel por manter o pacote atualizado, receber os relat�rios de bugs e se comunicar com o autor(es) original(is) do software empacotado. Nossa base de usu�rios extremamente grande, combinada com nosso sistema de gerenciamento de bugs garante que os problemas sejam encontrados e corrigidos rapidamente. A aten��o da Debian aos detalhes nos permite construir uma distribui��o de alta qualidade, est�vel e escal�vel. Instala��es podem ser facilmente configuradas para servir muitos prop�sitos, desde firewalls compactos passando por esta��es de trabalhos desktop cient�ficas at� servidores de redes de alto n�vel. A caracter�stica que mais distingue a Debian de outras distribui��es GNU/Linux � seu sistema de gerenciamento de pacotes. Estas ferramentas d�o ao administrador de um sistema Debian o controle completo sobre os pacotes instalados no sistema, incluindo a habilidade de instalar um �nico pacote ou automaticamente atualizar o sistema operacional inteiro. Pacotes individuais pode tamb�m ser mantidos e n�o atualizados. Voc� pode at� mesmo dizer ao sistema de gerenciamento de pacotes sobre o software que voc� compilou manualmente e quais depend�ncias ele resolve. Para proteger seu sistema contra ``cavalos de tr�ia'' de outros softwares mal intencionados, a Debian verifica se os pacotes tiveram origem de seus mantenedores Debian registrados. Empacotadores Debian tamb�m t�m um grande cuidado ao configurar seus pacotes de uma maneira segura. Quando problemas de seguran�a em pacotes fornecidos aparecem, consertos s�o geralmente colocados a disposi��o muit rapidamente. Com as simples op��es de atualiza��o Debian, consertos de seguran�a pode ser obtidos e instalados automaticamente atrav�s da Internet. O m�todo prim�rio, e o melhor, de se obter suporte para seu sistema Debian GNU/Linux e de se comunicar com os Desenvolvedores Debian � atrav�s das muitas listas de discuss�o mantidas pelo Projeto Debian (existem mais de 90 listas at� o momento). A maneira mais f�cil de se inscrever em uma ou mais destas listas � visitar a p�gina de inscri��o nas listas de discuss�o Debian (http://www.debian.org/MailingLists/subscribe) e preencher o formul�rio que voc� encontrar� nesta p�gina. 1.4. O que � Debiab GNU/Hurd? ----------------------------- Debian GNU/Hurd � um sistema Debian GNU que substitui o kernel Linux monol�tico com um kenrle GNU Hurd --- um conjunto de servidores sendo executados em cima de um microkernel GNU Mach. O Hurd ainda n�o est� finalizado e n�o � indicado para o uso do dia-a-dia, mas o trabalho est� continuando. O Hurd est� sendo desenvolvido atualmente somente para a arquitetura i386, por�m ports para outras arquiteturas ser�o feitos uma vez que o sistema torne-se mais est�vel. Para maiores informa��es, veja a p�gina de ports Debian GNU/Hurd (http://www.debian.org//ports/hurd/) e a lista de discuss�o <debian-hurd@lists.debian.org>. 1.5. Obtendo a Debian --------------------- Para informa��o sobre como fazer o download da Debian GNU/Linux a partir da Internet ou de quem CDs oficiais Debian podem ser comprados, veja a p�gina web de distribui��o (http://www.debian.org/distrib/). A lista de espelhos Debian (http://www.debian.org/distrib/ftplist) cont�m um conjunto completo de espelhos oficiais Debian. 1.6. Obtendo a vers�o mais nova deste documento ----------------------------------------------- Este documento est� constantemente sendo revisado. Certifique-se de checar as p�ginas Debian 3.0 (http://www.debian.org/releases/woody/) para quaisquer informa��es de �ltimo minuto aobre a vers�o 3.0 do sistema Debian GNU/Linux. Vers�es atualizadas deste manual de instala��o est�o tamb�m dispon�veis a partir das p�ginas oficiais do Manual de Instala��o (http://www.debian.org/releases/woody/m68k/install). 1.7. Organiza��o deste documento -------------------------------- Este documento foi criado para servir como um manual para os usu�rios Debian iniciantes. Ele tenta assumir o m�imo poss�vel sobre seu n�vel de conhecimento. No entanto, � assumido que voc� possui conhecimentos gerais sobre como o hardware de seu computador funciona. Usu�rios experientes podem encontrar refer�ncias interessantes neste documento, incluindo o m�nimo de espa�o ocupado pela instala��o, detalhes sobre o hardwares suportado pelo sistema de instala��o Debian e muito mais. N�s encorajamos usu�rios experientes a ler o restante deste documento. Em geral, este manual � organizado de forma linear, seguindo seus passos atrav�s do processo de instala��o do in�cio ao fim. Aqui est�o os passos sobre a instala��o da Debian GNU/Linux e as se��es deste documento as quais se relacionam com cada passo: 1. Determine se seu hardwares atende aos requerimentos necess�rios para usar o sistema de instala��o em Requerimentos do Sistema, Cap�tulo 2, `Requerimentos do Sistema'. 2. Fa�a uma c�pia de seguran�a (backup) do seu sistema, execute qualquer configura��o de planejamento antes de instalar a Debian, em Antes de Voc� Iniciar, em Cap�tulo 3, `Antes de Instalar Debian GNU/Linux'. Caso voc� esteja preparando um sistema de inicializa��o m�ltipla (multi-boot), voc� precisa criar espa�o particion�vel em seu disco r�gido para que a Debian o utilize. 3. Em m�todos de instala��o, Cap�tulo 4, `Obtendo a M�dia de Instala��o do Sistema', voc� obter� os arquivos de instala��o necess�rios par aseu m�todo de instala��o. 4. Cap�tulo 5, `Iniciando o sistema de instala��o' descreve a inicializa��o no sistema de instala��o. Este cap�tulo tamb�m discute procedimentos de como agir quando ocorre um problema caso voc� tenha problemas neste passo. 5. A configura��o das parti��es Linux para seu sistema Debian � explicada em Particionamento , Cap�tulo 6, `Particionando seu disco r�gido'. 6. A instala��o do kernel e a configura��o dos m�dulos dos controladores de perif�ricos � explicada em Instalando o Sistema, Cap�tulo 7, `Installing the Kernel and Base Operating System'. Configure sua conex�o de rede para que os arquivos de instala��o restantes possam ser obtidos diretamente do servidor Debian caso voc� n�o esteja instalando a partir do CD. 7. Inicie o donwload/instala��o/configura��o de um sistema funcional m�nimo em Instala��o do Sistema B�sico, Sec��o 7.5, ```Instalar o Sistema B�sico'''. 8. Inicie seu novo sistema b�sico instalado e passe por algumas tarefas de configura��o adicionais em Configura��es Iniciais, Cap�tulo 8, `Booting Into Your New Debian System'. 9. Instale software adicional em Instala��o de Pacotes, Sec��o 8.11, `Instala��o de Pacotes: Simples ou Avan�ada'. Use o _tasksel_ para instalar grupos de pacotes que formam uma `tarefa' de computador, ou o `dselect' para selecionar pacotes individuais a partir de uma longa lista ou o `apt-get' para instalar pacotes individuais quando voc� j� conhece os nomes dos pacotes que voc� quer. Uma vez que voc� tenha seu sistema instalado voc� pode ler as informa��es sobre P�s Instala��o, Cap�tulo 9, `Pr�ximos passos e para onde ir a partir daqui'. Este cap�tulo explica onde procurar para encontrar maiores informa��es sobre Unix e Debian e como substituir seu kernel. Se voc� quer construir seu pr�prio sistema de instala��o a partir dos fontes, certifique-se de ler as Informa��es T�cnicas sobre os Disquetes de Instala��o, Cap�tulo 10, `Informa��es t�cnica sobre os disquetes de inicializa��o'. Finalmente, informa��es sobre esse documento e como contribuir com o mesmo podem ser encontradas em Cap�tulo 12, `Administrivia'. 1.8. Este documento possui problemas conhecidos ----------------------------------------------- Este documento est� ainda em sua forma inicial. � conhecido que ele � incompleto e provavelmente tamb�m cont�m erros, problemas gramaticais e muito mais. Se voc� ver palavras ``FIXME'' ou ``TODO'', voc� pode estar certo que esta se��o est� imcompleta. Tenha cuidado. Qualquer ajuda, sugest�o, e especialmente patches, ser�o muito apreciados. Vers�es em desenvolvimento deste documento podem ser encontradas em http://www.debian.org/releases/woody/m68k/install. Neste local voc� encontrar� uma lista de todas as diferentes arquitetutas e idiomas para os quais este documento est� dispon�vel. Os fontes est�o dispon�veis publicamente; procure por maiores informa��es sobre como contribuir em Cap�tulo 12, `Administrivia'. N�s aceitamos sugest�es, coment�rios, patches e relat�rios de bugs (reporte o bug no pacote `boot-floppies', mas primeiro cheque para verificar se o problema j� est� reportado). 1.9. Sobre Copyrights e Licen�as de Software -------------------------------------------- Estamos certos de voc� leu algumas das licen�as que acompanham a maioria dos softwares comerciais --- elas normalmente dizem que voc� pode somente usar uma c�pia do software em um �nico computador. A licen�a do sistema Debian GNU/Linux n�o � completamente como essas licen�as. N�s o encorajamos a colocar uma c�pia da Debian GNU/Linux em cada computador em sua escola ou local de trabalho. Empreste sua m�dia de instala��o para seus amigos e ajude-os a instal�-la em seus computadores! Voc� pode at� mesmo fazer milhares de c�pias e _vend�-las_ --- embora com algumas restri��es. Sua liberdade de instalar e usar o sistema vem diretamente do motivo da Debian ser baseada em _software livre_. Chamar o software de ``livre'' n�o significa que o software n�o tenha copyright e n�o significa que os CDs contendo o software devam ser distribu�dos sem custo. Software livre, em parte, significa que as licen�as dos programas individuais n�o requerem que voc� pague pelo privil�gio de distribuir ou usar estes programas. Software livre tamb�m significa que n�o somente qualquer um pode estender, adaptar e modificar o software, mas que os resultados de seu trabalho devem ser distribu�dos da mesma forma.[1] Muitos dos programas no sistema s�o licenciados sob os termos da _Licen�a P�blica Geral_ _GNU_, frequentemente conhecida como ``a GPL''. A GPL requer que voc� fa�a com que o _c�digo fonte_ dos programas esteja dispon�vel sempre que voc� distribuir uma c�pia bin�ria do programa; esta condi��o da licen�a garante que qualquer usu�rio ser� capaz de modificar o software. Devido a esta condi��o, o c�digo fonte para todos os programas est� dispon�vel no sistema Debian.[2] Existem diversas outras formas de copyright e licen�as de software usadas em programas na Debian. Voc� pode encontrar os copyrights e as licen�as para cada pacote instalado em seu sistema verificando o arquivo `/usr/share/doc/<nome-do-pacote>/copyright' uma vez que voc� possua um pacote instalado em seus sistema. Para maiores informa��es sobre licen�as e como o Debian determina se um software � livre o bastante para ser inclu�do na distribui��o principal, veja as As linhas Guias Debian para o Software Libre (http://www.debian.org/social_contract#guidelines). O aviso legal mais importante � que este software � distribu�do sem _nenhuma garantia_. Os programas que criaram este software o fizeram para o benef�cio da comunidade. Nenhuma garantia � feita sobre a adequa��o deste software par aqualquer dado prop�sito. Por�m, uma vez que o software � livre, voc� t�m a possibilidade de modificar este software para que o mesmo se adeque as suas necessidades --- e aproveitar os benef�cios das mudan�as feitas por outros que estenderam o software desta forma. [1] Note que o projeto Debian, como uma forma de concess�o pragm�tica para seus usu�iors, disponibiliza alguns pacotes que n�o cumprem nossos crit�rios de serem livres. Esses pacotes n�o s�o por�m parte da distribui��o oficial e est�o dispon�veis somente a partir das �reas `contrib' e `non-free' dos espelhos Debian ou em CD-ROMs de terceiros; veja o Debian FAQ (http://www.debian.org/doc/FAQ/) na se��o ``Os reposit�rios FTP Debian'' para maiores informa��es sobre o layout e conte�do dos reposit�rios. [2] Para informa��es sobre como localizar, desempacotar e construir bin�rios a partir dos pacotes fontes, veja a Debian FAQ (http://www.debian.org/doc/FAQ/), se��o ``Fundamentos do Sistema de Gerenciamento de Pacotes Debian''. ------------------------------------------------------------------------------- 2. Requerimentos do Sistema --------------------------- Esta se��o cont�m informa��es sobre qual hardware voc� precisa para iniciar no Debian. Voc� tamb�m encontrar� links para informa��es avan�adas sobre hardwares suportados pela GNU e pelo Linux. 2.1. Hardware suportado ----------------------- A Debian n�o imp�e requerimentos de hardware al�m dos requerimentos do kernel Linux e do conjunto de ferramentas GNU. Dessa forma, qualquer arquitetura ou plataforma para os quais o kernel Linux, libc, `gcc', etc, foram portados, e para a qual exista um porte Debian, pode executar o Debian. Por favor consulte as p�ginas de Portes em http://www.debian.org/ports/m68k/ para maiores detalhes sobre sistemas de arquitetura m68k que foram testados com a Debian. Ao inv�s de tentar descrever todas as configura��es de hardware diferentes suportadas pela arquitetura Motorola 680x0, esta se��o cont�m informa��o geral e indica��o de onde informa��o adicional pode ser encontrada. 2.1.1. Arquiteturas Suportadas ------------------------------ O Debian 3.0 suporta nove arquiteturas maiores e diversas varia��es de cada arquitetura conhecidas como 'sabores'. Arquitetura | Designa��o Debian / Sabor ---------------------+---------------------------- Intel x-86-based | i386 | - vanilla | - idepci | - compact | - bf2.4 (experimental) | Motorola 680x0: | m68k - Atari | - atari - Amiga | - amiga - 68k Macintosh | - mac - VME | - bvme6000 | - mvme147 | - mvme16x | DEC Alpha | alpha | - generic | - jensen | - nautilus | Sun SPARC | sparc | - sun4cdm | - sun4dm-pci | - sun4u | ARM e StrongARM | arm | - netwinder | - riscpc | - shark | - lart | IBM/Motorola PowerPC | powerpc - CHRP | - chrp -PowerMac | - powermac -PReP | - prep - APUS | - apus | HP PA-RISC | hppa - PA-RISC 1.1 | - 32 - PA-RISC 2.0 | - 64 | Intel ia64-base | ia64 | MIPS (big endian) | mips - SGI Indy/I2 | - r4k-ip22 | MIPS (little endian) | mipsel - DEC Decstation | - r4k-kn04 | - r3k-kn02 | IBM S/390 | s390 - MP3000, G6, G7 | - s390 or s390-tape | ---------------------+---------------------------- Este documento abrange a instala��o para a arquitetura _m68k_. Se voc� est� procurando por informa��es para quaisquer outras das plataformas suportadas pelo Debian consulte as p�ginas Portes Debian (http://www.debian.org/ports/). 2.1.2. CPU, Placas M�e e Suporte � V�deo ---------------------------------------- Informa��o completa sobre sistemas baseados em M68000 suportados pode ser encontrada em FAQ Linux/m68k (http://www.linux-m68k.org/faq/faq.html). Esta se��o meramente cita o fundamental. O porte m68k do Linux roda em qualquer 680x0 com uma PMMU (Unidade de Gerenciamento de Mem�ria Paginada) e uma FPU (unidade de ponto-flutuante). Isto inclui os processadores 68020 com uma PMMU 68851, o 68030 e superiores e exclui a linha ``EC'' de processadors 680x0. Veja a FAQ Linux/m68k (http://www.linux-m68k.org/faq/faq.html) para detalhes completos. Existem quatro sabores maiores de sabores _m68k_ suportados: m�quinas Amiga, Atari, Macintosh e VME. Amiga e Atari foram os primeiros dois sistemas para os quais o Linux foi portado; eles s�o tamb�m os dois portes Debian mais bem suportados. A linha Macintosh � suportada incompletamente pelo Debian e pelo kernel Linux; veja Linux m68k para Macintosh (http://www.mac.linux-m68k.org/) para consultar o estado do projeto e o hardware suportado. Os computadores BVM e Motorola de placa �nica VMEbus s�o as mais recentes adi��es a lista de m�quinas suportadas pelo Debian. Portes para outras arquiteturas m68k, como a arquitetura Sun3 e Next black box est�o a caminho mas ainda n�o s�o suportadas pelo Debian. 2.1.2.1. Placa Gr�fica ---------------------- O suporte do Debian para interfaces gr�ficas � determinado pelo suporte fundamental encontrado no sistema X11 XFree86. Os slots de v�deo AGP mais novos s�o atualmente uma modifica��o na especifica��o PCI, e a maioria das placas de v�deo AGP funcionam sob o XFree86. Detalhes sobre barramentos gr�ficos suportados, placas, monitores e dispositivos de apontamento podem ser encontrados e http://www.xfree86.org/. O Debian 3.0 � distribu�do com o X11 revis�o 4.1.0. 2.2. M�dia de Instala��o ------------------------ Em muitos casos, voc� ter� que fazer sua primeira inicializa��o a partir de disquetes, usando o disquete de recupera��o. Geralmente, tudo o que voc� precisar� � usar um disquete de alta-densidade (1440 kilobytes) em um drive de 3.5 polegadas. Imagens de instala�]ao (720k) por disquetes de dupla-densidade s�o tamb�m fornecidas para Ataris. Instala��o baseada em CD-ROM � suportada para algumas arquiteturas. Em m�quinas que suportam CD-ROM incializ�veis, voc� dever� ser capaz de fazer uma instala��o completamente sem disquetes. Mesme caso seu sistema n�o suporte inicializa��o por CD-ROM voc� pode usar o CD-ROM em conjunto com outras t�cnicas para instalar seu sistema, uma vez que voc� tenha iniciado por outros meios, veja Sec��o 5.2, `Inicializando atrav�s de um CD-ROM'. Iniciar o sistema de instala��o a partir de um disco r�gido � outra op��o para muitas arquiteturas. De fato, instalar a partir de seu disco local � a t�cnica de instala��o preferida para a maioria das m�quinas m68k. Voc� pode tamb�m _iniciar_ seu sistema atrav�s da rede. Instala��es diskless (sem disco) usando inicializa��o via rede a partir de uma rede local e a montagem via NFS de todos os sistemas de arquivo locais � outra op��o --- voc� provavelmente precisar� de pelo menos 16MB de RAM para uma instala��o diskless. Depois que o kernel do sistema operacional � instalado, voc� pode instalar o restante de seu sistema atrav�s de qualquer tipo de conex�o de rede (inclu�ndo PPP depois da instala��o do sistema b�sico), via FTP, HTTP ou NFS. 2.2.1. Sistemas de Armazenamento Suportados ------------------------------------------- Os discos de inicializa��o do Debian cont�m um kernel que � constru�do para maximizar o n�mero de sistemas nos quais ele pode ser executado. Infelizmente, isto faz com que ele seja um kernel grande, que inclui muitos controladores que n�o ser�o usados para sua m�quina (veja Sec��o 9.4, `Compilando um novo Kernel' para aprender como construir se pr�prio kernel). Suporte para a maioria dos dispositivos � desej�vel geralmente, para assegurar que o Debian possa ser instalado na maior quantidade poss�vel de hardware. Quase todos os sistemas de armazenamento suportados pelo kernel Linux s�o suportados pelo sistema de instala��o Debian. Note que o kernel Linux atual n�o suporte disquetes em Macinstosh, e o sistema de instala��o Debian n�o suporta disquetes para Amigas. Tamb�m suportado no Atari � o sistema Macintosh HFS, e o AFFS como m�dulo. Macs suportam o sistema de arquivos Aatri (FAT). Amigas suportam o sistema de arquivos FAT, e HFS como m�dulo. Existem quatro meios de instala��o que podem ser utilizados com a Debian: Disquetes, CD-ROMs, parti��o de disco local, ou pela rede. Diferentes partes da instala��o da Debian podem ser usadas utilizando estes diferentes meios de instala��o; n�s falaremos sobre isto em Cap�tulo 4, `Obtendo a M�dia de Instala��o do Sistema'. A instala��o mais comum � a feita atrav�s de discos flex�veis, embora geralmente, menos recomendada. Em muitos casos, voc� dever� fazer o primeiro boot atrav�s de disquetes, usando o disquete de inicializa��o. Geralmente, tudo o que precisa � de uma unidade de disquetes de alta densidade (1440 kilobytes) 3.5 polegadas. A instala��o atrav�s de Disquetes de baixa densidade (720 k) tamb�m est� dispon�vel para Ataris. A instala��o atrav�s de CD-Rom � suportada em muitas arquiteturas. Em m�quinas que suportam CD-Roms inicializ�veis, voc� provavelmente ter� uma instala��o muito facilitada. Caso seu sistema n�o suportar a inicializa��o pelo CD-Rom, voc� pode usar o CD-Rom em conjunto com outras t�cnicas para instalar seu sistema, ap�s inicializar atrav�s de outros meios, veja Sec��o 5.2, `Inicializando atrav�s de um CD-ROM'. Instala��o atrav�s de um disco r�gido local � outra op��o. Se voc� tiver o espa�o livre nesta parti��o maior que o espa�o que ser� ocupado pela sua instala��o, esta � definitivamente uma boa op��o. Muitas plataformas sempre tem instaladores locais, i.e., para boot atrav�s do AmigaOS, TOS, ou MacOS. De fato, a instala��o atrav�s de seu disco local � a t�cnica preferida para muitas m�quinas m68k. A �ltima op��o � a instala��o pela rede. Voc� pode instalar seu sistema via NFS. Voc� tamb�m pode _inicializar_ seu sistema atrav�s da rede. A instala��o sem disco, usando a inicializa��o pela rede e um NFS montado no sistema de arquivos locais, � outra op��o. Voc� provavelmente precisara de 16MB de mem�ria RAM para esta op��o. Ap�s seu sistema b�sico ser instalado, pode-se instalar o resto do seu sistema por diversas conex�es de rede (incluindo PPP), via FTP, HTTP, ou NFS. A Descri��o completa destes m�todos, e dicas �teis para escolher qual m�todo � melhor para voc�, pode ser encontrado em Cap�tulo 4, `Obtendo a M�dia de Instala��o do Sistema'. Por favor continue lendo o documento para ter certeza que os dispositivos que voc� deseja inicializar e instalar s�o suportados pelo sistema de instala��o da Debian. 2.2.2. Sistema de armazenamentos suportados ------------------------------------------- Os discos de inicializa��o da Debian cont�m um kernel que � criado para funcionar com a maioria dos sistemas. Infelizmente, isto faz o kernel grande, com v�rios drivers que nunca ser�o usados (veja Sec��o 9.4, `Compilando um novo Kernel', para aprender a construir seu pr�prio). No entanto, suporte para diversos tipos de dispositivos � feito para o sistema Debian ser instalado nos mais diversos tipos de hardwares. Atualmente muitos dos sistemas de armazenamento suportados pelo kernel do Linux s�o suportados pelo sistema de instala��o da Debian. Note que o kernel atual do Linux n�o suporta completamente disquetes para Macintosh, e o sistema de instala��o da Debian n�o suporta disquetes para Amigas. O sistema Macintosh HFS tamb�m � suportado pelo Atari, e AFFS como um m�dulo. Macs suportam o sistema de arquivos Atari (FAT). Amiga suporta o sistema de arquivos FAT, e HFS como m�dulo. 2.3. Requerimentos de Mem�ria e Espa�o em Disco ----------------------------------------------- Voc� deve ter pelo menos 12MB de mem�ria e 110MB de espa�o em disco r�gido. Para um sistema m�nimo baseado em console (todos os pacotes standard), 250MB � requerido. Se voc� quer instalar uma quantidade razo�vel de software, inclu�ndo o Sistema de Janelas X, e alguns programas de desenvolvimento e bibliotecas, voc� precisar� de pelo menos 400MB. Para uma instala��o mais ou menos completa, voc� precisar� de pelo menos 800MB. Para instalar _tudo_ dispon�vel no Debian, voc� precisar� provavelmente de aproximadamente 2GB. Atualmente, instalar tudo nem mesmo faz algum sentido, uma vez que alguns pacotes conflitam com outros. No Amiga o tamanho da FastRAM � relevante sobre o requerimento total de mem�ria. O uso de placas Zorro com 16-bits de RAM tamb�m n�o � suportado; voc� precisar� de 32-bits de RAM. O programa `amiboot' pode ser usado para desativar 16-bits de RAM; veja a FAQ Linux/m68k FAQ (http://www.linux-m68k.org/faq/faq.html). Os kernels recentes devem desativar 16-bits de RAM automaticamente. No Atari, ambos ST-RAM e Fast RAM (TT-RAM) s�o usados pelo Linux. Muitos usu�rios tem relatado problemas executando este kernel em Fast RAM, assim o dbootstrap para Atari colocar� o kernel em ST-RAM. O requerimento m�nimo para a ST-RAM � 2 MB. No Macintosh, deve ser tomado cuidado em m�quinas com v�deo baseado em RAM (RBV). O segmento de RAM no endere�o f�sico 0 � usado como mem�ria de v�deo, fazendo a posi��o padr�o de carga do kernel n�o dispon�vel. O segmento de RAM alternativo usado pelo kernel e ramdisk deve ser de no m�nimo 4MB. _FIXME: isto ainda � verdade?_ 2.4. Hardware para Conectividade de Rede ---------------------------------------- Qualquer placa de rede (NIC) suportada pelo kernel do Linux tamb�m dever� ser suportada pelos disquetes de inicializa��o. Voce dever� carregar seu driver de rede como m�dulo. Veja a FAQ Linux/m68k (http://www.linux-m68k.org/faq/faq.html) para detalhes completos. 2.5. Perif�ricos e Outro Hardware --------------------------------- O Linux suporta um agrande variedade de dispositivos de hardware como mouses, impressoras, scanners, dispositivos PCMCIA e USB. Por�m, a maioria destes dispositivos n�o s�o requeridos durante a instala��o. Esta se��o cont�m informa��o sobre perif�ricos especificamente _n�o_ suportados pelo sistema de instala��o, mesmo sendo suportados pelo Linux. 2.6. Obtendo Hardware espec�fico para GNU/Linux ----------------------------------------------- Existem diversos vendedores que vendem sistemas com Debian ou outras distribui��es do GNU/Linux pr�-instalados. Voc� pode pagar mais para ter este privil�gio, mas compra um n�vel de paz mental, uma vez que voc� pode ter certeza que seu hardware � bem suportado pelo GNU/Linux. Infelizmente, � muito raro encontrar qualquer vendedor vendendo novas m�quinas Motorola 680x0. Se n�o estiver comprando um computador com Linux instalado ou at� mesmo um computador usado, � importante verificar se os hardwares existentes s�o suportados pelo kernel Linux. Verifique se seu hardware est� listado nas refer�ncias encontradas acima. Avise seu vendedor (caso exista um) que est� comprando para um sistema Linux. Apoie vendedores de hardwares amigos do Linux. 2.6.1. Evite hardware propriet�rio ou fechado --------------------------------------------- Alguns fabricantes de hardware simplesmente n�o nos dizem como escrever drivers para seu hardware. Outros n�o nos permitem acesso a documenta��o sem um acordo de n�o revela��o que iria nos prevenir de lan�ar o c�digo fonte para Linux. Um exemplo s�o os cips gr�ficos Nvidia usados em muitas novas placas 3D. Outros vendedores de placas gr�ficas como ATI e Matrox oferecem informa��o. Outro exmplo � o hardware propriet�rio na antiga Macinstosh mais antiga. De fato, nenhuma especifica��o ou documenta��o foi alguma vez lan�ado para qualquer hardware Macintosh, mais notavelmente a controladora ADB (usada pelo mouse e teclado), o controlador de disquete e todas aceleradoras e manipula��o CLUT do hardware de v�deo (apesar de agora suportarmos manipula��o CLUT em quase todos os chips de v�deo internos). Em poucas palavras, isto explica porque o porte Linux para o Macintosh � mais demorado que outros portes. Uma vez que n�o tivemos acesso a documenta��o destes dispositivos, eles simplesmente n�o funcionar�o sob o Linux. Voc� pode ajudar pedindo aos fabricantes deste hardware que liberem a documenta��o. Se muitas pessoas pedirem eles v�o notar que a comunidade do software livre � um mercado importante. ------------------------------------------------------------------------------- 3. Antes de Instalar Debian GNU/Linux ------------------------------------- 3.1. Visualiza��o do Processo de Instala��o ------------------------------------------- Aqui est� um mapa dos passos que voc� tomar� durante o processo de instala��o. 1. Criar espa�o particion�vel para o Debian em seu disco r�gido 2. Localizar e/ou baixar os arquivos do kernel e drivers (exceto usu�rios de CD Debian) 3. Configurar disquetes de inicializa��o ou colocar os arquivos de inicializa��o (exceto muitos usu�rios de CD Debian podem inicializar a partir de um dos CDs) 4. Inicializar o sistema de instala��o 5. Configurar o teclado 6. Criar e montar parti��es Debian 7. Apontar o instalador para a localiza��o do kernel e drivers 8. Selecionar quais drivers de perif�ricos carregar 9. Configurar a interface de rede 10. Iniciar baixa/instala��o/configura��o autom�ticas do sistema b�sico 11. Configurar carga de inicializa��o Linux ou multi-sistema 12. Inicializar o novo sistema instalado e realizar alguma configura��es finais 13. Instalar tarefas e pacotes adicionais, sob seu crit�rio 3.2. Fa�a C�pia de Seguran�a de seus Dados Existentes! ------------------------------------------------------ Antes de iniciar a instala��o, fa�a a c�pia de seguran�a de todos os arquivos de seu sistema. Se esta � a primeira vez que � instalado um sistema operacional n�o-nativo em seu computador, isso � um pouco parecido com o que precisar� para reparticionar seu disco para abrir espa�o para Debian GNU/Linux. Sempre que voc� particionar seu disco, deve contar com a possibilidade de perder tudo no disco, independente de qual programa voc� usar para isso.Os programas usados na instala��o s�o completamente confi�veis e muitos tem diversos anos de uso; ainda assim, um movimento falso pode ter seu custo. At� mesmo depois de fazer as c�pias de seguran�a, tenha cuidado e pense sobre suas respostas e a��es. Dois minutos de pensamento podem salvar horas de um trabalho desnecess�rio. Se estiver instalando em um sistema com multi-inicializa��o, tenha certeza que possui os discos da distribui��o ou de qualquer outro sistema operacional presente. Especialmente se voc� reparticionar sua unidade de boot, voc� pode achar que precisa reinstalar o boot loader de seu sistema operacional, ou em muitos casos todo o pr�prio sistema operacional e todos os arquivos nas parti��es afetadas. Com a exce��o dos computadores BVM e Motorola VMEbus, o �nico m�todo de instala��o suportado para sistemas m68k � inicializando atrav�s de um disco local ou disquete usando um bootstrap baseado no AmigaOS/TOS/MacOS, para estas m�quinas voc� poder� precisar do sistema operacional original para inicializar o Linux. Para inicializar o Linux em m�quinas BVM e Motorola VMEbus, ser� necess�rio utilizar os ROMs de boot "BVMbug" ou "16xbug". 3.3. Informa��o que voc� precisar� ---------------------------------- 3.3.1. Documenta��o ------------------- _Manual de Instala��o:_ install.pt.txt install.pt.html install.pt.pdf Este arquivo que voc� est� lendo agora, em formato ASCII plano, HTML ou PDF. Tutorial do dselect (dselect-beginner.pt.html) Tutorial para o uso do programa `dselect'. Este � um dos meios de instala��o de pacotes adicionais em seu sistema depois que a instala��o do sistema b�sico estiver completa. FAQ Linux/m68k (http://www.linux-m68k.org/faq/faq.html) _P�ginas de Manual de Programas de Particionamento:_ atari-fdisk.txt amiga-fdisk.txt mac-fdisk.txt pmac-fdisk.txt P�ginas de manual para o software de particionamento usado durante o processo de instala��o. .../current/md5sum.txt (../../md5sum.txt) Lista dos checksums MD5 para os arquivos bin�rios. Se voc� tiver o programa `md5sum', pode certificar-se de que seus arquivos n�o est�o corrompidos executando `md5sum -v -c md5sum.txt'. 3.3.2. Configura��es de Rede ---------------------------- Se ou seu computador est� conectado em uma rede 24 horas por dia (i.e., uma conex�o Ethernet ou equivalente --- n�o uma conex�o PPP), voc� deve perguntar a seu administrador da rede por estes detalhes: * Nome do HOST (voc� mesmo pode decidir isto) * Nome de dom�nio * O endere�o IP de seu computador * Endere�o IP de sua rede * A m�scara de rede usada em sua rede * O endere�o broadcast para usar em sua rede * O endere�o IP do sistema gateway que voc� dever� rotear, se sua rede _possuir_ um gateway. * O computador em sua rede que ser� usado como Servidor DNS (Servi�o de nomes de dom�nio). * Se est� conectado em sua rede utilizando Ethernet. Se seu computador est� conectado a rede somente utilizando uma conex�o serial, atrav�s de PPP ou conex�o dial-up equivalente, voc� provavelmente n�o instalar� o sistema b�sico pela rede. Para instalar o sistema nesse caso, voc� precisa usar um CD, pr�-carregar os pacotes base em uma parti��o de disco r�gido existente, ou preparar disquetes contendo os pacotes base. Veja Sec��o 8.9, `Configurando o PPP' para informa��es de como configurar o PPP sob o Debian assim que o sistema estiver instalado. 3.4. Planejando o Uso do Sistema -------------------------------- � importante decidir que tipo de m�quina voc� est� criando. Isso determinar� os requisitos de espa�o em disco para seu sistema Debian. Aqui est� uma amostra de algumas configura��es comuns de sistemas Debian. Standard Server (Servidor Padr�o) Esta � a configura��o de um pequeno servidor, �til para um servidor enxuto que n�o tem muitas sutilezas para usu�rios shell. Inclui um servidor FTP, um servidor web, DNS, NIS, e POP. Para esses, 50MB de espa�o em disco seriam suficientes, e ent�o voc� precisaria adicionar espa�o para qualquer dado que voc� queira servir. Dialup Um desktop padr�o, incluindo sistema X window, aplica��es gr�ficas, som, editores, etc. O tamanho dos pacotes ser� em torno de 500MB. Work Console (Console de trabalho) Uma m�quina de usu�rio mais enxuta, sem sistema X window ou aplica��es X. Possivelmente adequada para um laptop ou computador m�vel. O tamanho � em torno de 140MB. Developer (Desenvolvedor) Uma configura��o desktop com todos os pacotes de desenvolvimento, como Perl, C, C++, etc. Ocupa em torno de 475MB. Considerando que voc� est� adicionando X11 e alguns pacotes para outros usos, voc� deve planejar em torno de 800MB para este tipo de m�quina. Lembre-se de que esses tamanhos n�o incluem todos os outros materiais que geralmente s�o encontrados, como arquivos de usu�rios, mensagens, e dados. � sempre melhor ser generoso quando considerando o espa�o para seus pr�prios arquivos e dados. Notavelmente, a parti��o Debian `/var' cont�m muitas informa��es de estado. Os arquivos do `dpkg' (com informa��es sobre todos os pacotes instalados) pode facilmente consumir 20MB; com logs e o resto, voc� pode geralmente disponibilizar pelo menos 50MB para `/var'. 3.5. Pr�-Particionando para Sistemas Multi-Boot ----------------------------------------------- Particionar seu disco simplesmente refere-se ao ato de dividir seu disco em se��es. Cada se��o � independente das outras. � algo equivalente a erguer paredes em uma casa; se voc� adiciona mob�lia em um quarto n�o afeta os outros. Se voc� j� tem um sistema operacional em seu sistema e quer colocar Linux no mesmo disco, precisar� reparticionar o disco. Debian requer suas pr�prias parti��es de disco r�gido. Ele n�o pode ser instalado em parti��es Windows ou MacOS. Ele pode ser capaz de compartilhar algumas parti��es com outros sistemas Linux, mas isso n�o est� coberto aqui. Pelo menos, voc� precisar� de uma parti��o dedicada para a raiz Debian. Geralmente, alterar uma parti��o com um sistema de arquivos j� instalado nela destruir� qualquer informa��o l� existente. Entretanto, pode-se sempre fazer c�pias de seguran�a antes de qualquer reparticionamento. Usando a analogia da casa, voc� provavelmente tiraria toda a mob�lia do caminho antes de mover uma parede sob o risco de destru�-la. Se seu computador possui mais que um disco r�gido, voc� pode querer dedicar um dos discos r�gidos completamente ao Debian. Se assim for, voc� n�o precisa particionar aquele disco antes de inicializar a instala��o do sistema; o programa de particionamento incluso do instalador pode fazer o trabalho facilmente. Se sua m�quina possui apenas um disco r�gido, e voc� gostaria de substituir o sistema operacional atual completamente com Debian GNU/Linux, tamb�m pode esperar pela parti��o como parte do processo de instala��o (Cap�tulo 6, `Particionando seu disco r�gido'), depois de ter inicializado o sistema de instala��o. Entretanto isso apenas funciona se voc� planeja inicializar o instalador a partir de disquetes, CD-ROM ou arquivos de uma m�quina conectada. Considere: se voc� inicializar a partir de arquivos colocados em seu disco r�gido, e ent�o particionar o mesmo disco r�gido dentro do sistema de instala��o, apagando os arquivos de inicializa��o, seria melhor que esperasse que a instala��o fosse bem sucedida na primeira vez. Pelo menos nesse caso, voc� deve ter alguns meios alternativos de reiniciar sua m�quina como os disquetes ou CD's de instala��o do sistema original. Se sua m�quina j� tem m�ltiplas parti��es e pode ser provido espa�o suficiente apagando ou substituindo uma ou mais delas, ent�o voc� tamb�m pode esperar e usar o programa de particionamento do instalador do Debian. Voc� deve ainda ler o material abaixo, porque podem haver circunst�ncias especiais como a ordem das parti��es existentes dentro do mapa de parti��o, que o for�a a particionar antes de instalar de qualquer forma. Em todos os outros casos, voc� precisar� particionar seu disco r�gido antes de iniciar a instala��o para criar espa�o particion�vel para Debian. Se algumas das parti��es ser�o de outro sistema operacional, voc� deve cri�-las usando programas de particionamento nativos daquele sistema operacional. N�s recomendamos que voc� _n�o_ tente criar parti��es Linux para o Debian usando ferramentas de outro sistema operacional. Ao inv�s disso, deve apenas criar as parti��es nativas daquele sistema operacional que voc� planeja manter. Se voc� atualmente possui um disco r�gido com uma parti��o (uma configura��o comum para computadores desktop), e quer multi-inicializa��o com o sistema operacional nativo e Debian, voc� precisar�: 1. Fazer c�pia de seguran�a de tudo no computador. 2. Inicializar a partir da m�dia do instalador do sistema operacional nativo como CD-ROM ou disquetes. 3. Usar as ferramentas de particionamento nativas para criar parti��o(�es) de sistema. Deixe uma parti��o tempor�ria ou um espa�o livre para Debian GNU/Linux. 4. Instalar o sistema operacional nativo em sua nova parti��o. 5. Reiniciar no sistema operacional nativo e verificar se tudo est� bem e baixar os arquivos do instalador do Debian. As se��es seguintes cont�m informa��es sobre particionamento em seu sistema operacional nativo antes da instala��o. 3.6. Configura��o de Pr�-Instala��o do Sistema Operacional e do Hardware ------------------------------------------------------------------------ Esta se��o o guiar� atrav�s da configura��o de hardware pr�-instala��o, se houver, que voc� precisar� fazer antes de instalar o Debian. Geralmente, isso envolve verifica��o e possivelmente mudan�a de configura��es de firmware de seu sistema. O ``firmware'' � o software central usado pelo hardware; � invocado criticamente durante o processo de inicializa��o (depois de ligar). Problemas de hardware conhecidos afetando o funcionamento de Debian GNU/Linux em seu novo sistema tamb�m s�o destacados. 3.6.1. Revis�es de Firmware e Configura��o do SO Existente ---------------------------------------------------------- M�quinas Motorola 680x0 s�o geralmente auto-configuradas e n�o requerem configura��o de firmware. Por�m, voc� deve assegurar que sua m�quina possui a ROM e as atualiza��es apropriadas do sistema. Em um Macintosh, o MacOS vers�o >=7.1 � recomendado porque a vers�o 7.0.1 cont�m um bug nos drivers de v�deo impedindo que o inicializador desative as interrup��es de v�deo, resultando em uma falha na inicializa��o. O carregador do sistema operacional Amiga requer o arquivo `ixemul.library', uma vers�o do qual � distribu�da no CD-ROM. Em sistemas BVM VMEbus voc� deve ter certeza de que esta usando BVMBug revis�o G ou ROM's de boot superiores. As ROMs de boot BVMBug n�o vem como padr�o em sistemas BVM mas est�o dispon�veis atrav�s de BVM sob pedido gratuitamente. _FIXME: Mac precisa >= 7.1 ? AmigaOS setpatch e revis�es da ROM? (veja a FAQ m68k)_ 3.6.2. Problemas de Hardware a Observar --------------------------------------- Muitas pessoas tem tentado operar suas CPU's 90 MHz em 100 MHz, etc. Isso algumas vezes funciona, mas � sens�vel � temperatura e outros fatores e pode danificar seu sistema. Um dos autores deste documento fez o over-clock de seu pr�prio sistema por um ano, e ent�o o sistema come�ou a abortar o programa `gcc' com um sinal inesperado enquanto estava compilando um kernel do sistema operacional. Voltando a velocidade da CPU � sua nominal, o problema foi resolvido. O compilador `gcc' freq�entemente � a primeira coisa a falhar com m�dulos de mem�ria ruins (ou outros problemas de hardware que alteram dados imprevisivelmente) porque ele faz enormes estruturas de dados que movimenta repetidamente. Um erro nessas estruturas de dados far� com que execute uma instru��o ilegal ou acesse um endere�o inexistente. O sintoma disso ser� o `gcc' terminar com um sinal inesperado. Placas Atari TT RAM s�o not�rias por ter problemas de RAM sob o Linux; se voc� encontrar alguns problemas estranhos, tente executar pelo menos o kernel em ST-RAM. Usu�rios Amiga podem precisar excluir RAM usando um booter memfile. _FIXME: mais descri��o disso necess�ria._ ------------------------------------------------------------------------------- 4. Obtendo a M�dia de Instala��o do Sistema ------------------------------------------- 4.1. Conjunto de CDs oficiais da Debian GNU/Linux ------------------------------------------------- Com certeza o jeito mais f�cil de instalar a Debian GNU/Linux � atrav�s de um conjunto de CD-ROMs oficiais (veja o endere�o p�gina de vendedores de CDs (http://www.debian.org/CD/vendors/)). Voc� tamb�m pode copiar as imagnes de um servidor da Debian e criar seus pr�prios CDs, se tiver uma conex�o de rede r�pida e um gravador de CD. Se tiver um conjunto de CDs da Debian e sua m�quina suporta CDs inicializ�veis, voc� pode pular para Sec��o 5.2, `Inicializando atrav�s de um CD-ROM'; muito esfor�o esta sendo feito para ter certeza que a maioria dos arquivos que as pessoas precisam estejam nestes CDs. Se a sua m�quina n�o suporta a inicializa��o via CD, mas voc� tem um conjunto de CDs, ent�o ser� poss�vel usar uma estrat�gia alternativa disquetes, disco r�gido, ou inicializa��o atrav�s da rede) para inicializar seu sistema e iniciar o processo de instala��o. Os arquivos que precisa para a inicializa��o atrav�s de outros m�todos tamb�m est�o no CD; o arquivo de rede da Debian e a organiza��o de diret�rios do CD s�o id�nticos. Assim os caminhos de arquivos que precisa s�o dados de acordo com suas necessidades de inicializa��o, veja estes arquivos nos mesmos diret�rios e sub-diret�rios de seu CD. Uma vez que o programa de instala��o for iniciado, ele obter� todos os outros arquivos que precisar do CD. Caso voc� n�o possua o conjunto de CDs de instala��o, ser� preciso copiar os arquivos do sistema de instala��o da internet para seu disco r�gido, disquetes ou um computador conectado que ser� usado para iniciar a instala��o. 4.2. Obtendo os arquivos atrav�s dos mirrors da Debian ------------------------------------------------------ Quando estiver copiando arquivos atrav�s de um mirror da Debian, tenha certeza de copiar os arquivos em modo _bin�rio_ e n�o em texto ou modo autom�tico. � importante que a mesma estrutura de diret�rios que encontrar no mirror seja criar um 'sub-mirror' local. N�o � realmente necess�rio fazer isto se voc� colocar todos os arquivos de instala��o nos disquetes; mas esse esquema oferece facilidades para encontrar os arquivos quando voc� deles. Voc� deve iniciar sua estrutura local de diret�rios do n�vel sob `disks-m68k', por exemplo: current/<sub-architecture>/images-1.44/<flavor>/rescue.bin Voc� n�o precisar� copiar cada arquivo sob aquele n�vel, apenas os que se aplicam a voce (vo� ter� que ler e encontrar os que se aplicam a voce). Apenas coloque os nomes de diret�rios da mesma forma que no mirror, e mantenha os arquivos nos respectivos diret�rios. Caso sua m�quina esteja configurada para descompactar/decodificar autom�ticamente os arquivos que copiou, voc� dever� desativar esta caracter�stica enquando copiar o sistema de instala��o. Eles ser�o descompactados somente no momento da instala��o. A descompacta��o no sistema atual causar� uma perda de espa�o em disco e tempo, e caso os arquivos compactados originais sejam apagados pelo programa de descompacta��o, eles n�o poder�o ser usados caso o programa de instala��o precise deles mais tarde. 4.2.1. Op��es de Instala��o --------------------------- Para o m68k (exceto VME), os arquivos do sistema de instala��o (`rescue.bin, linux.bin, root.bin e drivers.tgz') foram compilados em uma arquivo tar. Voc� pode tamb�m precisar do arquivo de instala��o do sistema b�sico `basedebs.tar'. Caso voc� possua uma conex�o Ethernet funcional em seu computador e sua placa Ethernet seja do tipo para o qual o suporte foi compilado no kernel de instala��o, voc� pode precisar somente instalar o arquivo tar do sistema. Se voc� est� instalando em um sistema sem uma conex�o de rede funcional ou se sua conex�o de rede � via PPP (usando um modem) ao inv�s de Ethernet, voc� tamb�m precisar� fazer o download do arquivo `basedebs.tar' antes de iniciar a instala��o. Caso voc� n�o tenha certeza sobre quais arqivos voc� precisa, comece com os arquivos de inicializa��o do sistema de instala��o. Caso sua primeira tentativa de configurar a rede a partir do instalador falhe, voc� pode abortar, obter os arquivos extras que voc� precisa e reiniciar a instala��o. O arquivo de instala��o do sistema b�sico `basedebs.tar' possui atualmente o tamanho de 27M. Caso voc� tenha a possibilidade de usar um CD ou configurar sua rede antes de instalar o sistema b�sico, � melhor faz�-lo; neste caso voc� n�o precisar� deste arquivo. A localiza��o de rede � listada no ap�ndice (Sec��o 11.2.3.4, `Arquivos de Instala��o do Sistema B�sico da Debian'). Para usar um sistema debian atual para montar um arquivo basedebs.tar a partir dos reposit�rios debian, instale primeiro o `debootstrap' (`apt-get install debootstrap'). Use ent�o o seguinte comando : debootstrap binary-basedebs SUITE=woody VERSION=3.0 \ MIRROR="http://ftp.debian.org/debian" ARCHES="m68k" 4.2.2. Escolhendo o Conjunto de Instala��o Correto -------------------------------------------------- Arquivos de instala��o incluem imagens de kernel, as quais est�o dispon�veis para v�rias ``subarquiteturas''. Cada subarquitetura suporta um conjunto diferente de hardware. As subarquiteturas dispon�veis para a arquitetura Motorola 680x0 s�o : 4.2.3. Onde encontrar os arquivos de instala��o ----------------------------------------------- Para o Amiga, Atari e Mac 68k, os arquivos do sistema inicial foram compilados em um arquivo .tar. Voc� ter� que copiar o arquivo tar apropriado listado abaixo em Sec��o 4.2.3.1, `Arquivos de instala��o do AmigaOS', Sec��o 4.2.3.2, `Arquivos de Instala��o do Atari TOS' ou Sec��o 4.2.3.3, `Arquivos de Instala��o do MacOS 68k'. Somente m�quinas VME precisar�o dos arquivos rescue, root, do kernel e de controladores separados. As localiza��es de rede dos arquivos de instala��o para cada tipo da arquitetura m68k est�o listados no Ap�ndice. Estes incluem: .../current/amiga/images-1.44/rescue.bin (../../amiga/images-1.44/rescue.bin) .../current/atari/images-1.44/rescue.bin (../../atari/images-1.44/rescue.bin) .../current/bvme6000/images-1.44/rescue.bin (../../bvme6000/images-1.44/rescue.bin) .../current/bvme6000/images-2.88/rescue.bin (../../bvme6000/images-2.88/rescue.bin) .../current/mac/images-1.44/rescue.bin (../../mac/images-1.44/rescue.bin) .../current/mvme147/images-1.44/rescue.bin (../../mvme147/images-1.44/rescue.bin) .../current/mvme16x/images-1.44/rescue.bin (../../mvme16x/images-1.44/rescue.bin) imagem de inicializa��o .../current/amiga/images-1.44/root.bin (../../amiga/images-1.44/root.bin) .../current/atari/images-1.44/root.bin (../../atari/images-1.44/root.bin) .../current/bvme6000/images-1.44/root.bin (../../bvme6000/images-1.44/root.bin) .../current/mac/images-1.44/root.bin (../../mac/images-1.44/root.bin) .../current/mvme147/images-1.44/root.bin (../../mvme147/images-1.44/root.bin) .../current/mvme16x/images-1.44/root.bin (../../mvme16x/images-1.44/root.bin) imagem(ns) ra�z ou arquivo tar Sec��o 11.2.3.2, `Arquivos do Kernel do Linux' bin�rio do kernel Sec��o 11.2.3.3, `Arquivos de Controladores' imagens de controladores ou arquivo tar Sec��o 11.2.3.4, `Arquivos de Instala��o do Sistema B�sico da Debian' imagens do sistema b�sico ou arquivo tar A imagem de inicializa��o cont�m um kernel Linux compactado. Ele � usado tanto com inicializa��o por disquetes (quando transferido para um disquete) e como fonte para o kernel Linux quando o kernel est� sendo instalado em sua m�quina. O bin�rio do kernel `Linux.bin' � um bin�rio do kernel n�o compactado. Ele � usado na inicializa��o do instalador a partir do disco r�gido ou CD-ROM e n�o � necess�rio para inicializa��o do instalador por disquete. Consulte Sec��o 4.3, `Criando os disquetes atrav�s de imagens de disco' para informa��es importantes sobre a cria��o de disquetes de forma apropriada atrav�s das imagens de disquetes. A imagem do disquete ra�z cont�m um sistema de arquivos ramdisk compactado que � carregado para a mem�ria ap�s iniciar o instalador. Os controladores de perif�ricos podem ser copiados como uma s�rie de imagens de disquetes ou como um arquivo .tar (`drivers.tgz'). O sistema de instala��o precisar� acessar o arquivo de controladores durante a instala��o. Caso voc� possua uma parti��o de disco r�gido ou computador conectado que estar� acess�vel para o instalador (veja abaixo), o arquivo tar ser� mais conveniente para a manipula��o. Os arquivos de imagem de disquetes s�o necess�rios somente se voc� precisa instalar os controladores atrav�s de disquetes. Enquanto copia os arquivos, voc� tamb�m deve prestar aten��o no tipo de sistema de arquivos para o qual voc� os copia, a n�o ser que voc� v� usar disquetes para o kernel e controladores. O instalador � capaz de acessar arquivos em muitos tipos de sistemas de arquivos, incluindo FAT, HFS, ext2fs e Minix. Quando copiar arquivos para um sistema de arquivos *nix, escolha os arquivos de maior tamanho poss�veis do reposit�rio. Durante a instala��o, voc� apagar� a(s) parti��o(�es) na(s) qual(is) voc� est� instalando o Debian antes de iniciar a instala��o. Todos os arquivos carregados dever�o ser colocados em _outras_ parti��es que n�o as quais voc� planeja instalar o sistema o sistema. 4.2.3.1. Arquivos de instala��o do AmigaOS ------------------------------------------ 1. Ao inv�s das imagens de inicializa��o, kernel, e arquivos de controladores acima, apenas copie o .../current/amigainstall.tar.gz (../../amigainstall.tar.gz). 2. Descompacte o arquivo .../current/amigainstall.tar.gz (../../amigainstall.tar.gz) em uma parti��o com pelo menos 25MB livres. Recomendamos descompacta-lo em um diret�rio com o nome `debian'. O .../current/amigainstall.tar.gz (../../amigainstall.tar.gz) criar� um subdiret�rio `amiga'. 3. Anote o nome da parti��o Linux onde est� localizado seu novo diret�rio `debian'. Consulte Sec��o 6.3, `Nomes dos dispositivos no Linux' para maiores informa��es sobre a nomenc�atura de parti��es Linux. 4.2.3.2. Arquivos de Instala��o do Atari TOS -------------------------------------------- 1. Ao inv�s de copiar as imagens de inicializa��o, kernel e controladores acima, apenas copie o .../current/atariinstall.tar.gz (../../atariinstall.tar.gz). 2. Descompacte o arquivo .../current/atariinstall.tar.gz (../../atariinstall.tar.gz) em uma parti��o com pelo menus 25 MB livres. N�s o recomendamos descompacta-lo em um diret�rio com o nome `debian'. 3. Ap�s descompactar, voc� dever� ter um subdiret�rio `atari'. N�o renomeie quaisquer arquivos neste subdiret�rio. 4. Anote o nome da parti��o Linux onde est� localizado seu novo diret�rio `debian'. Consulte Sec��o 6.3, `Nomes dos dispositivos no Linux' para maiores informa��es sobre a nomenclatura de parti��es Linux. 4.2.3.3. Arquivos de Instala��o do MacOS 68k -------------------------------------------- 1. Ao inv�s da imagem de inicializa��o, kernel e arquivos de controladores acima, apenas copie o .../current/macinstall.tar.gz (../../macinstall.tar.gz). 2. Descompacte o arquivo .../current/macinstall.tar.gz (../../macinstall.tar.gz) em uma parti��o com pelo menos 25MB de espa�o livre. Recomendamos descompact�-lo em um diret�rio chamado `debian'. 3. Ap�s a descompacta��o, voc� dever� ter um subdiret�rio `mac'. N�o renomeie quaisquer arquivos dentro deste diret�rio. 4. Anote o nome da parti��o Linux onde est� localizado seu novo diret�rio `debian'. Consulte Sec��o 6.3, `Nomes dos dispositivos no Linux' para maiores informa��es sobre a namenclatura de parti��es Linux. 4.3. Criando os disquetes atrav�s de imagens de disco ----------------------------------------------------- Os disquetes inicializ�veis normalmente s�o usados para iniciar o sistema de instala��o em m�quinas com uma unidade de disquetes. Os disquetes tamb�m podem ser usados para a instala��o do kernel e m�dulos ina maioria dos sistemas. A inicializa��o atrav�s de disquetes n�o � suportada em Amiga e no Macintosh 68k. As imagens de disco s�o arquivos contendo o conte�do completo de uma imagem de disco em formato _raw_. As imagens de disco, tal como `rescue.bin', n�o podem ser simplesmente copiadas para os disquetes. Um programa especial � usado para gravar os arquivos de imagem para um disquete no modo _raw_. Isto � necessario porque estas imagens s�o representa��es raw do disco; isto � requerido para fazer uma _c�pia de setores_ de dados de um arquivo no disquete. Existem diferentes t�cnicas de criar disquetes atrav�s de imagens de disco, as quais dependem de sua plataforma. Esta se��o descreve como criar os disquetes de imagens de disco em diferentes plataformas. N�o importa qual m�todo voc� utilize para criar seus disquetes, voc� deve se lembrar de proteger os disquetes contra grava��o assim que cria-los, para garantir que eles n�o sejam danificados. 4.3.1. Gravando Imagens de Disco a partir de um Sistema Linux ou Unix --------------------------------------------------------------------- Para gravar arquivos de imagem de disco para disquetes, voc� provavelmente necessitar� ter acesso root ao sistema. Coloque um disquete em bom estado e vazio em sua unidade de disquetes. Ap�s isto, execute o comando: dd if=<file> of=/dev/fd0 bs=1024 conv=sync ; sync onde <file> � um dos arquivos de imagem de disco. `/dev/fd0' � um nome normalmente usado para o dispositivo de disco flex�vel, ele pode ser diferente em sua esta��o de trabalho (no Solaris, ele � `/dev/fd/0'). O comando pode retornar ao prompt antes do Unix finalizar a grava��o no disco flex�vel, portanto observe o LED de indica��o de atividade de disco e tenha certeza que ele est� apagado e o disco esteja parado antes de remov�-lo da unidade. Em alguns sistemas, voc� ter� que executar um comando para ejetar o disquete da unidade (no Solaris, use o `eject', veja a p�gina de manual). Alguns sistemas tentam montar automaticamente uma unidade de disquetes quando o o mesmo � colocado na unidade. Voc� pode ter que desativar esta caracter�stia antes da esta��o lhe permitir gravar o disquete em _modo raw_. Infelizmente, como fazer isso depende de seu sistema operacional. No Solaris, voc� pode trabalhar em torno do gerenciamento de volume para obter acesso raw a unidade de disquetes. Primeiro, tenha certeza que o disquete foi montado automaticamente (usando `volcheck' ou um comando equivalente no gerenciador de arquivos). Ent�o use o comando `dd' na forma do exemplo acima, apenas substitu�ndo o dispositivo `/dev/fd0' por `/vol/rdsk/<nome_disquete>', onde <nome_disquete> � o nome que foi dado ao disco flex�vel quando o mesmo foi formatado (disquetes sem identifica��o utilizam o valor padr�o `unnamed_floppy'). Em outros sistemas, consulte oadministrador. 4.3.2. Gravando imagens de disco a partir do DOS, Windows ou OS/2 ----------------------------------------------------------------- Caso voc� tenha acesso � uma m�quina i386, voc� poder� usar um dos seguintes comandos para copiar as imagens de disco para os disquetes. Os programas FDVOL, WrtDsk ou RaWrite3 podem ser usados sob o MS-DOS. http://www.minix-vmd.org/pub/Minix-vmd/dosutil/ Para utilizar estes programas, primeiro tenha certeza que inicializou no DOS. Estes programas _n�o_ est�o preparados para funcionar sobre a janela do DOS no Windows ou clicando duas vezes nos �cones de seus execut�veis dentro de uma se��o do Windows Explorer. Caso n�o saiba como inicializar no DOS, pressione _F8_ durante a inicializa��o. O NTRawrite � uma tentativa de criar uma vers�o do Rawrite/Rawrite3 que � consistentemente compat�vel com o Windows NT, Windows 2000 e Windows 95/98. Trata-se de uma aplica��o gr�fica auto-explicativa; voc� seleciona o disco no qual gravar, navega at� a imagem de disco que voc� quer que seja colocada no disco e pressiona o bot�o Write (Gravar). http://sourceforge.net/projects/ntrawrite/ 4.3.3. Modificando o disquete de inicializa��o para suportar o idioma nativo. ---------------------------------------------------------------------------- As mensagens mostradas pelo disquete de inicializa��o (antes de carregar o kernel Linux) podem ser exibidas em seu idioma local. Para fazer isto, caso n�o seja um usu�rio nativo do idioma ingl�s, ap�s gravar as imagens de disquete, voc� pode copiar os arquivos de mensagens oferecidos e uma fonte de caracteres para o disquete. Um arquivo em lote chamado `setlang.bat' para usu�rios do MS-DOS e Windows est� dispon�vel no diret�rio `dosutils'. O mesmo copia os arquivos corretos. Simplesmente entre neste diret�rio (exemplo, `cd c:\debian\dosutils') dentro de uma janela de prompt e execute `setlang <idioma>', onde <idioma> � um c�digo de 2 letras de seu idioma em min�sculas, por exemplo `setlang pt' para ajustar seu idioma para o Portugu�s. Atualmente estes c�digos de idioma est�o dispon�veis : ca cs da de eo es fi fr gl hr hu it ko ja pl pt ru sk sv tr zh_CN Note que as descri��es neste manual assumem que voc� utilize uma instala��o n�o localizada (Portugu�s); caso contr�rio os nomes de menus e bot�es ser�o diferentes dos vistos em sua tela. 4.3.4. Gravando imagens de disco em sistemas Atari -------------------------------------------------- Voc� encontrar� o programa .../current/rawwrite.ttp (../../rawwrite.ttp) no mesmo diret�rio das imagens de disco. Inicie o programa dando um clique duplo em seu �cone e digite o nome da imagem de disquetes que deseja gravar na caixa de di�logo do programa TOS. 4.3.5. Gravando Imagens de Disco em Sistemas Macintosh ------------------------------------------------------ N�o existe aplicativo MacOS para gravar as imagens de disquetes `mac/images-1.44/rescue.bin' e `mac/images-1.44/driver.bin' (e n�o tem sentido usar estes disquetes para iniciar o sistema de instala��o ou instalar o kernel e m�dulos a partir de um Macintosh). No entanto, estes arquivos s�o necess�rios para instalar o sistema operacional e m�dulos mais adiante. 4.4. Preparando arquivos para inicializa��o via disco r�gido ------------------------------------------------------------ O instalador pode ser iniciado usando os arquivos de inicializa��o colocados na parti��o existente do disco r�gido, ambos carregados a partir de outro sistema operacional ou invocando um gerenciador de inicializa��o diretamente na BIOS. 4.5. Preparando arquivos para inicializa��o TFTP via rede --------------------------------------------------------- Caso sua m�quina esteja conectada � uma rede local, voc� pode inici�-la atrav�s da rede a partir de outra m�quina, usando TFTP. Se voc� pretende iniciar o sistema de instala��o a partir de outra m�quina, os arquivos de inicializa��o precisar�o ser colocados em localiza��es espec�ficas na m�quina que ser� inicializada e a mesma precisar� estar configurada para suportar inicializa��o de sua m�quina espec�fica. Voc� precisa configurar um servidor TFTP, e para m�quinas CATS, um servidor BOOTP , ou um servidor RARP, ou um servidor DHCP. O protocolo de resolu��o de endere�os reversos (RARP) � uma maneira de dizer ao seu cliente qual endere�o IP o mesmo deve utilizar. Outro maneira � usar o protocolo BOOTP. BOOTP � um protocolo que informa o computador seu endere�o IP e onde na rede obter uma imagem de inicializa��o. Existe ainda outra alternativa em sistemas VMEbus: o endere�o IP pode ser manualmente configurado na ROM de inicializa��o. O DHCP (Protocolo de Configura��o Din�mica de Hosts) � uma extens�o mais flex�vel e compat�vel do BOOTP. Alguns sistemas podem ser configurados somente via DHCP. O protocolo TFTP (Protocolo Trivial de Transfer�ncia de Arquivos) � usado para enviar a imagem de inicializa��o para o cliente. Teoricamente, qualquer servidor, em qualquer plataforma, que implementa estes protocolos, pode ser usado. No exemplo desta se��o, n�s ofereceremos comandos para o SunOS 4.x, SunOS 5.x (tamb�m conhecido como Solaris) e GNU/Linux. 4.5.1. Configurando um servidor RARP ------------------------------------ Para configurar RARP voc� precisar� conhecer o endere�o Ethernet do cliente (tamb�m conhecido como endere�o MAC). Caso n�o conhe�a esta iforma��o, voc� pode inicie no modo "Rescue" (ou seja, do disquete de inicializa��o) e use o comando `/sbin/ifconfig eth0'. Em sistemas utilizando um kernel Linux 2.2.x, voc� precisa popular a tabela RARP do kernel. Para fazer isso, execute os seguintes comandos : /sbin/rarp -s <maquina-cliente> <end-enet-cliente> /usr/sbin/arp -s <ip-do-cliente> <end-enet-cliente> Se obter a mensagem `SIOCSRARP: Argumento inv�lido' voc� provavelmente precisar� do m�dulo rarp do kernel ou ent�o recompilar o kernel para suportar RARP. Tente `modprobe rarp' e ent�o tente executar novamente o comando rarp. Em sistemas usando um kernel Linux 2.4.x n�o existe um m�dulo rarp e em seu lugar voc� deve usar o programa `rarpd'. O procedimento � similar � aquele usado sob SunOS na par�grafo a seguir. Sob SunOS, voc� precisar� certicar-se de que o endere�o de hardware do cliente est� listado no banco de dados ``ethers'' (no arquivo `/etc/ethers' ou via NIS/NIS+) e no banco de dados ``hosts''. Ent�o voc� precisar� usar o daemon RARP. No SunOS 4, execute o comando (como usu�rio root): `/usr/etc/rarpd -a'; no SunOS 5, use `>/usr/sbin/rarpd -a'. 4.5.2. Configurando um servidor BOOTP ------------------------------------- Existem dois servidores BOOTP dispon�veis para o GNU/Linux, o CMU bootpd e o outro atualmente � um DHCP server, ISC dhcpd, os quais est�o presentes nos pacotes `bootp' e `dhcp' no Debian GNU/Linux. Para usar o CMU bootpd, voc� primeiro deve descomentar (ou adicionar) a linha relevante no arquivo `/etc/inetd.conf'. No Debian GNU/Linux voc� deve executar `update-inetd --enable bootps', e ent�o execute `/etc/init.d/inetd reload'. A linha em quest�o deve se parecer com isso: bootps dgram udp wait root /usr/sbin/bootpd bootpd -i -t 120 Agora voc� deve criar um arquivo `/etc/bootptab'. Este arquivo tem o mesmo formato cr�ptico e familiar dos antigos arquivos printcap(5), termcap(5), e disktab(5). Veja a p�gina de manual bootptab(5) para mais detalhes. Para a inicializa��o bootp CMU, voc� precisar� conhecer o endere�o (MAC) do hardware do cliente. Aqui est� um exemplo do arquivo `/etc/bootptab': client:\ hd=/tftpboot:\ bf=tftpboot.img:\ ip=192.168.1.90:\ sm=255.255.255.0:\ sa=192.168.1.1:\ ha=0123456789AB: Voc� precisar� modificar pelo menos a op��o "ha", que especifica o endere�o de hardware do cliente. A op��o "bf" especifica o arquivo que deve ser pego via TFTP pelo cliente; consulte Sec��o 4.5.5, `Mova as Imagens TFTP para o local apropriado' para maiores detalhes. Em contrapartida, a configura��o do BOOTP com um ISC `dhcpd' � realmente f�cil, porque o mesmo trata clientes BOOTP como um caso moderadamente especial de clientes DHCP. Algumas arquiteturas requerem uma configura��o complexa para inializar os clientes via BOOTP. Se sua arquitetura � uma dessas, leia a se��o Sec��o 4.5.3, `Configurando um servidor DHCP'. Caso contr�rio, voc� provavelmente ser� capaz de liberar este acesso adicionando a diretiva `allow bootp' no bloco de configura��o da subrede que cont�m o cliente e reiniciar o `dhcpd' com o comando `/etc/init.d/dhcpd restart'. 4.5.3. Configurando um servidor DHCP ------------------------------------ Na �poca em que este manual foi escrito, existia somente um servidor DHCP que � software livre, chamado ISC `dhcpd'. No Debian GNU/Linux, ele est� dispon�vel no pacote `dhcp'. Aqui est� um arquivo de configura��o de exemplo para ele (normalmente `/etc/dhcpd.conf') : option domain-name "example.com"; option domain-name-servers ns1.example.com; option subnet-mask 255.255.255.0; default-lease-time 600; max-lease-time 7200; server-name "servername"; subnet 192.168.1.0 netmask 255.255.255.0 { range 192.168.1.200 192.168.1.253; option routers 192.168.1.1; } host clientname { filename "/tftpboot/tftpboot.img"; server-name "servername"; next-server servername; hardware ethernet 01:23:45:67:89:AB; fixed-address 192.168.1.90; } Neste exemplo, existe um servidor "servername" que realiza todo o trabalho do servidor DHCP, servidor TFTP e gateway de rede. � quase certo que voc� precisar� modificar as op��es domain-name e tamb�m o servername e o endere�o de hardware do cliente. A op��o "filename" deve ter o mesmo nome do arquivo que ser� copiado via TFTP. Ap�s editar o arquivo de configura��o do dhcpd, reinicie-o com `/etc/init.d/dhcpd restart'. 4.5.4. Ativando o servidor TFTP ------------------------------- Para ter o servidor TFTP pronto para ser usado, voce primeiro deve ter certeza que o programa servidor TFTP est� ativado. Isto � normalmente ativado ativando a seguinte linha no seu arquivo `/etc/inetd.conf': tftp dgram udp wait root /usr/etc/in.tftpd in.tftpd /tftpboot Olhe neste arquivo e lembre-se do diret�rio que usou como argumento para `in.tftpd'; voc� precisar� dessa informa��o mais adiante. A op��o `-l' permite que algumas vers�es do `in.tftpd' registrem todas as requisi��es nos logs do sistema; isto � �til para diagnosticar erros de inicializa��o. Se precisar modificar o arquivo `/etc/inetd.conf', voc� ter� que notificar o processo `inetd' em execu��o que o arquivo foi modificado. Em uma m�quina Debian, execute o `/etc/init.d/netbase reload' (para o potato/2.2 e sistemas mais atuais use `/etc/init.d/inetd reload'); em outras m�quinas, localize o PID do `inetd' e execute `kill -HUP <inetd-pid>'. 4.5.5. Mova as Imagens TFTP para o local apropriado --------------------------------------------------- Em seguida, coloque a imagem de inicializa��o do TFTP que precisa, como explicado em Sec��o 11.2.3, `Descri��o dos Arquivos de Instala��o do Sistema', no diret�rio de imagens de inicializa��o `tftpd'. Geralmente, este diret�rio ser� `/tftpboot'. Voc� precisar� fazer um link daquele arquivo para o arquivo que o `tftpd' utilizar� para inicializar um cliente em particular. Infelizmente, o nome de arquivo � determinado pelo cliente TFTP e n�o existem padr�es r�gidos. Frequentemente, o arquivo que o cliente TFTP procura � <client-ip-in-hexclient-architecture>. Para computar <client-ip-in-hex>, cada byte do endere�o IP do cliente � traduzido em nota��o hexadecimal. Caso voc� possua uma m�quina dispon�vel, voc� poder� usar o programa `bc'. Primeiro execute o comando `obase=16' para ajustar a sa�da em hexadecimal, ent�o entre com os componentes individuais do IP do cliente um por vez. Para <client-architecture>, tente alguns valoress. Para os sistemas BVM e Motorola VMEbus copie os arquivos .../current/bvme6000/linuxbvme6000.bin (../../bvme6000/linuxbvme6000.bin), .../current/bvme6000/rootbvme6000.bin (../../bvme6000/rootbvme6000.bin), .../current/bvme6000/tftplilo.bvme (../../bvme6000/tftplilo.bvme), and .../current/bvme6000/tftplilo.conf (../../bvme6000/tftplilo.conf) para `/tftpboot/'. Em seguida, configure suas ROMs de inicializa��o ou o servidor BOOTP para inicialmente carregar os arquivos `tftplilo.bvme' ou `tftplilo.mvme' do servidor TFTP. Consulte o arquivo `tftplilo.txt' para sua sub-arquitetura para informa��o de configura��o espec�fica de seu sistema. _AINDA N�O ESCRITO_ 4.5.6. Instalando com TFTP e ra�z NFS ------------------------------------- Isso � parecido com "instala��o tftp para sistemas com pouca mem�ria..." porqu� voc� n�o quer mais carregar o ramdisk mas sim inicializar a partir do novo sistema de arquivos ra�z via nfs criado. Voc� prcisa ent�o trocar a liga��o simb�lica para a imagem tftpboot por uma liga��o smb�lica para a imagem de kernel (exemplo, linux-a.out). Minha experi�ncia em iniciar atrav�s da rede foi baseada exclusivamente em RARP/TFTP os quais requerem todos os daemons sendo executados no mesmo servidor (a esta��o de trabalho sparc est� enviando uma requisi��o tftp de volta para o servidor que respondeu � sua requisi��o pr�via). Por�m, Linux tamb�m suporta o protocolo BOOTP, mas eu n�o sei como configur�-lo :(( Isto tamb�m precisa ser documentado neste manual ? Para iniciar a m�quina cliente, v� para Sec��o 5.5, `Inicializando do TFTP'. 4.6. Instala��o Autom�tica -------------------------- Para instala��o em m�ltiplos computadores � poss�vel usar um sistema de instala��o autom�tica chamado `FAI'. O pacote Debian `fai' deve ser instalado em um computador chamado de servidor de instala��o. Ent�o todos os clientes de instala��o podem inicializar atrav�s de sua placa de rede ou disco flex�vel e instalar o Debian automaticamente em seus discos locais. ------------------------------------------------------------------------------- 5. Iniciando o sistema de instala��o ------------------------------------ Sujeito a limita��es em muitos casos, voc� poder� iniciar o sistema de instala��o da Debian GNU/Linux atrav�s de CD-ROM, disquetes, uma parti��o em um disco r�gido ou atrav�s de outra m�quina via uma rede de �rea local. 5.1. Argumentos de Inicializa��o -------------------------------- Os argumentos de inicializa��o s�o par�metro do kernel do Linux que gerlamente s�o usados para assegurar que os perif�ricos estejam sendo configurados corretamente. Para a maior parte, o kernel pode auto-detectar os detalhes sobre seus perif�ricos. Mas em alguns casos, voc� precisar� ajudar um pouco o kernel. Os par�metros de inicializa��o est�o sobre a tab op��es, selecionando setting. Detalhes completos sobre os par�metros de inicializa��o podem ser encontrados emLinux BootPrompt HOWTO (http://www.tldp.org/HOWTO/BootPrompt-HOWTO.html); esta se��o cont�m somente uma refer�ncia sobre os par�metros mais usados. Na primeira vez que iniciar o sistema, tente utilizar os par�metros padr�es de inicializa��o (isto �, n�o tente passar argumentos) e certifique-se de que est� funcionando, o que provavelmente ir� ocorrer. Em caso negativo, voc� poder� reinicializar mais tarde e procurar por par�metros especiais que informem sobre seu hardware ao sistema. Quando o kernel � inicializado, a mensagem `Memory: <avail>k/<total>k available' dever� ser exibida no come�o do processo. <total> deve ser igual ao total de mem�ria RAM, em kilobytes. Se isto n�o ocorrer, voc� dever� utilizar o par�metro `mem=<ram>', onde <ram> � a quantidade de mem�ria, seguida de ``k'', de kilobytes, ou ``m'', de megabytes. Por exemplo, tanto `mem=65536k' como `mem=64m' resulta em 64MB de RAM. Caso o computador pareca estar travado ap�s ser mostrada a tela perguntando sobre a sele��o de monitor monocrom�tico ou colorido, simplesmente alterne para o segundo console virtual (_Alt-F2_ ou _Op��o-F2_) no Mac) e inicie manualmente o `dbootstrap'. Este bug parece ter sido consertado, mas ele reaparece de vez em quando. Caso seu monitor seja somente capaz If your monitor is only capable of black-and-white, use the `mono' boot argument. Otherwise, your installation will use color, which is the default. Se estiver inicializando atrav�s de um console serial, o kernel normalmente detectar� isto . Se tiver uma placa de video (framebuffer) e um teclado tamb�m conectado ao computador que deseja inicializar via console serial, voc� ter� que passar o argumento `console=<dispositivo>' ao kernel, onde <dispositivo> � o seu dispositivo serial, que normalmente � alguma coisa como ``ttyS0''. Novamente, detalhes completos dos par�metros de inicializa��o podem ser encontrados em Linux BootPrompt HOWTO (http://www.tldp.org/HOWTO/BootPrompt-HOWTO.html), incluindo dics para hardwares obscuros. Algumas dicas est�o incluidas abaixo na Sec��o 5.6, `Problemas durante o processo de instala��o'. 5.1.1. Argumentos do `dbootstrap' --------------------------------- O sistema de instala��o reconhece alguns argumentos que podem ser �teis. quiet Isto faz o sistema de instala��o ocultar as mensagens de confirma��o e tentar fazer as coisas certas sem muita perguntas. Se estiver familiar e confort�vel sabendo o que o processo de instala��o faz, est� � uma op��o adequada para ocultar a maioria das quest�es. verbose Pergunta at� mais quest�es que o normal. debug Emite mensagens adicionais para o log de instala��o do sistema (veja Sec��o 5.7.1, `Usando o Interpretador de Comandos e visualizando os Logs'), incluindo cada comando executado. bootkbd=<...> Pre-selecione o teclado que deseja utilizar, e.g. `bootkbd=qwerty/us' mono Use o modo monocrom�tico ao inv�s do colorido. 5.2. Inicializando atrav�s de um CD-ROM --------------------------------------- Note que certas unidades de CD podem requerer controladores especiais, e assim se tornarem inacess�veis em est�gios iniciais da instala��o. Se o m�todo de inicializa��o via CD n�o funciona em seu hardware, re-leia esta cap�tulo e leia sobe os kernels alternatios e m�todos de instala��o que podem funcionar para voc�. At� mesmo se n�o inicializar atrav�s de um CD-ROM, voc� provavelmente instalar� os pacotes da Debain e todos os componentes do sistema que desejar a partir do CD-ROM. Apenas inicialize usando uma m�dia diferente, como disquetes. Quando for a hora de instalar o sistema operacional, sistema b�sico e qualquer pacote adicional, aponte o sistema de instala��o para a unidade de CD-ROM. Se tiver problemas durante a inicializa��o, veja Sec��o 5.6, `Problemas durante o processo de instala��o'. 5.3. Inicializando a partir de disquetes ---------------------------------------- Paar a maioria das arquiteturas m68k, a inicializa��o via sistema de aruqivos local � o m�todo recomendado. A inicializa��o via disquete de recupera��o � suportada atualmente somente para o Atari e VME (com uma unidade de disquetes SCSI VME). No Macintosh, voc� pode inicializar via imagem de disquete HFS oferecida como uma imagem de disco DiskCopy, que � uma imagem de disco raw contendo a imagem do disquete de recupera��o. Se tiver problemas inicializando, veja Sec��o 5.6, `Problemas durante o processo de instala��o'. 5.4. Inicializando atrav�s de um Disco R�gido --------------------------------------------- A inicializa��o atrav�s de um sistema operacional existente � frequentemente uma op��o recomendada; em alguns sistema este � o �nico m�todo de instala��o suportado. Para iniciar o programa de instala��o atrav�s do disco r�gido, voc� ter� que copair e colocar os aruqivos necess�rios em Sec��o 4.4, `Preparando arquivos para inicializa��o via disco r�gido'. 5.4.1. Iniciando do AmigaOS --------------------------- No `Workbench', inicie o processo de instala��o do Linux dando um duplo clique no �cone "StartInstall" no diret�rio `debian'. Pode ser necess�rio pressionar a tecla _Enter_ seguidamente ap�s o progama de instala��o do Amiga mostrar alguns detalhes de depura��o em uma janela. Ap�s isto, a tela se tornar� cinza, haver� uma espera de alguns segundos. Em seguida uma tela preta com texto branco dever� surgir, mostrando todos os tipos de detalhes do kernel. Estas mensagens podem rolar de forma mais r�pida que consegue ler, mas est� tudo OK. Ap�s alguns segundos, o programa de instala��o dever� ser iniciado automaticamente. Ap�s este passo se completado, siga at� Cap�tulo 8, `Booting Into Your New Debian System'. 5.4.2. Inicializando via Atari TOS ---------------------------------- No desktop do GEM, inicie o processo de instala��o do Linux dando um duplo clique no �cone "bootstra.prg" do diret�rio `debian' e clicando em "OK" na caixa de di�logo de op��es do programa. Pode ser necess�rio pressionar a tecla _Enter_ seguidamente ap�s o progama de instala��o do Amiga mostrar alguns detalhes de depura��o em uma janela. Ap�s isto, a tela se tornar� cinza, haver� uma espera de alguns segundos. Em seguida uma tela preta com texto branco dever� surgir, mostrando todos os tipos de detalhes do kernel. Estas mensagens podem rolar de forma mais r�pida que consegue ler, mas est� tudo OK. Ap�s alguns segundos, o programa de instala��o dever� ser iniciado automaticamente. Ap�s este passo se completado, siga at� Cap�tulo 8, `Booting Into Your New Debian System'. 5.4.3. Booting from 68k MacOS ----------------------------- No desktop MacOS, inicie o processo de instala��o do Linux dando um clique duplo no icone "Penguim Prefs" do diret�rio `debian'. O inicializador do Linux dever� ser mostrado. V� at� o item "Settings" no menu "File" e selecione o kernel e as imagens de disco ram sob a tab kernel do diret�rio `debian' cliando nos bot�es correspondentes na parte superior direita e navegando nos di�logos de sele��o de arquivos para localizar o aruqivos. Selecione o di�loo "Settings", selave as configura��es e execute a inicializa��o do sistema usando o item "Boot Now" do menu "File". The `Penguin booter' will output some debugging information into a window. Ap�s isto, a tela se tornar� cinza, haver� uma espera de alguns segundos. Em seguida uma tela preta com texto branco dever� surgir, mostrando todos os tipos de detalhes do kernel. Estas mensagens podem rolar de forma mais r�pida que consegue ler, mas est� tudo OK. Ap�s alguns segundos, o programa de instala��o dever� ser iniciado automaticamente. Ap�s este passo se completado, siga at� Cap�tulo 8, `Booting Into Your New Debian System'. Se tiver problemas durante a inicializa��o, veja Sec��o 5.6, `Problemas durante o processo de instala��o'. Se tiver problemas durante a inicializa��o, veja Sec��o 5.6, `Problemas durante o processo de instala��o'. 5.5. Inicializando do TFTP -------------------------- A inicializa��o via rede requer que tenha uma conex�o de rede suportada pelos boot-floppies. um servidor RARP ou BOOTP e um servidor TFTP. O m�todo de instala��o para suportar inicializa��o via TFTP � descrito em Sec��o 4.5, `Preparando arquivos para inicializa��o TFTP via rede'. Depois de inicializar no sistema VMEbus ser� lhe mostrado o aviso `LILO Boot:'. No aviso de boot do LILO, digite uma das seguintes op��es para iniciar o LInux e iniciar a insatala��o da Debian usando a emula��o de terminal vt102: * digite ``i6000 _Enter_'' para instalar em um BVME4000/6000 * digite ``i162 _Enter_'' para instalar em um MVME162 * digite ``i167 _Enter_'' para instalar em um MVME166/167 adicionalmente voc� pode incluir a string ``TERM=vt100'' para for�ar usar a emula��o de terminal vt100, e.g., ``i6000 TERM=vt100 _Enter_''. 5.6. Problemas durante o processo de instala��o ----------------------------------------------- 5.6.1. Confian�a em disquetes ----------------------------- O maior problema de pessoas que instalam a Debian pela primeira vez � sobre a confian�a nos disquetes. O disquete de inicializa��o � o disquete que pode ter o pior problema, porque ele � lido diretamente pelo hardware, antes do Linux inicializar. Freq�entemente, o hardware n�o pode ler a confian�a do disquetes de driver do Linux, e poder� parar sem mostrar nenhuma mensagem de erro caso ler dados incorretos do disco. Estas falhas podem tamb�m acontecer no disquete de controladores e nos disquetes do sistema b�sico, a maioria deles s�o indicados por v�rias mensagens sobre erros de I/O do disco. Se voc� esta tendo problemas de instala��o com um disquete em particular, a primeira coisa que deve fazer � re-copiar o disco de imagem afetado e grava-la em _outro_ disquete. Simplesmente reformatando o antigo disquete n�o ser� suficiente, at� mesmo se parecer que o disquete foi foi reformatado e gravado sem erros. Em muitos casos � �til tentar gravar o disquete em um computador diferente. Um usu�rio relatou que tentou gravar uma imagem para o disquete _tr�s_ vezes antes de ter sucesso, e ent�o tudo funcionou corretamente com o terceiro disquete. Outros usu�rios tem relatado que simplesmente reiniciando o computador algumas vezes com o mesmo disquete na unidade, obtiveram sucesso na inicializa��o. Isto tudo � devido a bugs de hardware ou firmware de unidades de disquetes. 5.6.2. Configura��o de Inicializa��o ------------------------------------ Se tiver problemas e o kernel trava durante o processo de inicializa��o, n�o reconhece os perif�ricos que possui atualmente ou os controladores n�o s�o reconhecidos atualmente, a primeira coisa a verificar s�o os par�metros de inicializa��o, como discutido em Sec��o 5.1, `Argumentos de Inicializa��o'. Frequentemente, os problemas podem ser resolvidos removendo as placas de expans�o e perif�rico e tentar inicializar denovo. No entanto existem algumas limita��es em nosso conjunto de discos de boot com respeito ao suporte de hardware. Algumas plataformas suportadas pelo Linux podem n�o ser diretamente suportadas pelos nossos boot-floppies. Se este o caso, voc� dever� criar um disquete de boot personalizado (veja Sec��o 10.3, `Trocando o kernel do disquete de recupera��o') ou cheque as instala��es de rede. Se tiver uma grande quantidade de mem�ria instalada em sua m�quina, mais de 512M, e o programa de instala��o trava durante a inicializa��o do kernel, voc� precisar� adicionar uma op��o de partida para limitar a quantidade de mem�ria que o kernel ve, tal como `mem=512m'. 5.6.3. Interpretando as mensagens de inicializa��o do Kernel ------------------------------------------------------------ Durante a sequencia de inicializa��o, voc� pode ver diversas mensagens na forma `"can't find something"', `"someghing not present"', `"can't inicialize something"', ou `"even this driver release depends on something"'. Muitas destas mensagens de erro podem ser ignoradas. Elas aparecem porque o kernel do sistema de instala��o � criado para funcionar em computadores com diferentes tipos de perif�ricos. Obviamente, nenhum computador possui todos os tipos poss�veis de perif�ricos, ent�o o sistema operacional mostra diversas mensagens de erro quando n�o encontra os perif�ricos que voc� n�o possui. O sistema ser� pausado por um instante. Isto acontece quando ele est� aguardando por uma resposta de algum dispositivo, e aquele dispositivo n�o esta presente em seu sistema. Se acontecer pausas muito longas durante a inicializa��o do sistema, voc� pode criar um kernel personalizado depois (veja Sec��o 9.4, `Compilando um novo Kernel'). 5.6.4. Reportando um problema com o `dbootstrap' ------------------------------------------------ Se estiver passando pela fase inicial de inicializa��o mas n�o completa-la, a op��o "Relatar uma Falha" da op��o de menu do `dbootstrap' pode ser �til. Ela cria um arquivo `dbg_log.tgz' em um disquete, disco r�gido ou sistema de arquivos NFS montado. O `dbg_log.tgz' detalha o estado do sistema (`/var/log/messages', `/proc/cpuinfo' etc.). Ele pode oferecer pistar para entender o que h� de errado e como soluciona-lo. 5.6.5. Enviando um relat�rio de falha ------------------------------------- Se ainda tem problemas, por favor envie um relat�rio de falha. Envie um email para <submit@bugs.debian.org>. Voc� deve incluir os seguintes detalhes nas primeiras linhas de seu email: Package: boot-floppies Version: <version> Certifique-se de preencher <version> com a vers�o dos boot-floppies que est� usando. Se n�o souber a vers�o, use a data que copiou os boot-floppies e inclua o nome da distribui��o que os obteve (e.g., ``stable'', ``frozen'', ``woody''). Voc� tamb�m deve incluir os seguintes detalhes em seu relat�rio de falha: architecture: m68k model: <o vendedor e modelo de seu hardware> memory: <quantidade de mem�ria RAM> scsi: <controlador de barramento SCSI, se possuir> cd-rom: <modelo do CD-ROM e tipo de interface, e.g., ATAPI> network card: <placa de rede, se possuir> pcmcia: <detalhes sobre qualquer tipo de dispositivo PCMCIA> Dependendo da natureza da falha, tamb�m poder� ser �til saber se est� instalando em discos IDE ou SCSI, outros perif�ricos tais como audio, capacidade de disco e modelo da placa de video. No relat�rio de falha, descreva o que o problema �, incluindo a �ltima mensagem vis�vel do kernel durante a paralisa��o do kernel. Descreva os passos executados at� o aparecimento do problema. 5.7. Introduction to `dbootstrap' --------------------------------- `dbootstrap' � o nome do programa que � executado ap�s o sistema de instala��o ser iniciado. Ele � respons�vel pelas configura��es e a instala��o do "sistema b�sico". O principal objetivo do `dbootstrap' e o principal motivo da configura��o inicial do sistema, � a configura��o de certos elementos de seu sistema. Por exemplo, pode ser necess�rio usar certos "m�dulos do kernel" que s�o controladores ligados ao kernel. Estes m�dules incluem hardwares de armazenamento, drivers de rede, suportes especiais a l�nguas, e suporte a outros perif�ricos que n�o est�o embutidos no kernel que est� usando. O particionamento de Disco, formata��o e configura��o de rede tamb�m s�o feitos pelo `dbootstrap'. Esta configura��o fundamental � feito primeiro, pois pode ser necess�ria para o funcionamento e execu��o de outras etapas de instala��o da Debian. `dbootstrap' � uma simples aplica��o baseada em caracteres (muitos sistemas n�o possuem capacidades gr�ficas). Ele � muito f�cil de usar; geralmente, ele sempre lhe guiar� durante cada passo do processo de instala��o de forma linear. Voc� pode voltar ou repetir um passo se voc� encontrar algum erro. A navega��o pelo `dbootstrap' � feita com as setas do teclado, _Enter_ e _Tab_. 5.7.1. Usando o Interpretador de Comandos e visualizando os Logs ---------------------------------------------------------------- Se voc� � um usu�rio experiente do Unix ou Linux, pressione _Alt esquerdo-F2_ para acessar o segundo _console virtual_. Que � a tecla _Alt_ que fica do lado esquerdo da barra de espa�o, e a tecla de fun��o _F2_, ao mesmo tempo. Esta � uma janela separada executando um shell clone chamado de `ash'. Neste ponto voc� ter� inicializado pela unidade de disco RAM, e existem utilit�rios limitados de Unix dispon�veis para seu uso. Voc� pode ver quais programas est�o dispon�veis com o comando `ls /bin /sbin /usr/bin /usr/sbin'. Use os menus para fazer qualquer tarefa que estiver dispon�vel -- o shell e comandos est�o aqui somente para usar caso der alguma coisa errada. Em particular, voc� sempre dever� utilizar os menus (n�o o shell) para ativar sua parti��o swap, porque o programa do menu n�o detecta que voc� concluiu isto atrav�s do shell. Pressione _Alt esquerdo e F1_ para voltar para o menu. O Linux possui mais de 64 consoles virtuais, embora o disquete de inicializa��o utilize somente poucos deles. Mensagens de erro s�o redirecionadas para o terceiro terminal virtual (conhecido como `tty3'). Voc� pode acessar este terminal pressionando _Alt esquerdo_ e _F3_ (segure a tecla _Alt_ enquanto pressiona a tecla de fun��o _F3_); volte para `dbootstrap' com _Alt esquerdo_ e _F1_. Estas mensagens tamb�m podem ser lidas de `/var/log/messages'. Ap�s a instala��o, este arquivo � copiado para `/var/log/installer.log'. 5.8. ``Notas de Lan�amento'' ---------------------------- A primeira tela que o `dbootstrap' lhe mostrar� � a ``Notas de Lan�amento''. Esta tela mostra informa��es de vers�o do pacote `boot-floppies' que est� usando e oferece uma breve introdu��o sobre os Desenvolvedores da Debian. 5.9. ``Menu Principal de Instala��o - Sistema Debian GNU/Linux'' ---------------------------------------------------------------- Voc� ver� uma caixa de di�logo que diz ``O programa de instala��o est� determinando o estado atual de seu sistema e o pr�ximo passo de instala��o que dever� ser executado.''. Em muitos sistemas, esta mensagem � mostrada muito r�pido para ser lida. Voc� ver� esta caixa de di�logo entre os passos do menu principal. O programa de instala��o, `dbootstrap', checar� o estado do seu sistema entre cada passo. Esta checagem permite a voc� reiniciar a instala��o sem perder o trabalho j� conclu�do, caso tiver que interromper o sistema na metade do processo de instala��o. Se voc� tiver que reiniciar a instala��o, voc� dever� reconfigurar o teclado, reativar sua parti��o swap, e remontar quaisquer discos que tenha inicializado. Qualquer coisa feita com o sistema de instala��o ser� salvo. Durante todo o processo de instala��o, sempre ser� mostrado o menu principal, entitulado ``Menu Principal de Instala��o - Sistema Debian GNU/Linux'' As op��es no topo do menu s�o alteradas para indicar seu progresso durante a instala��o do sistema. Phil Hughes escreveu no Linux Journal (http://www.linuxjournal.com/) que voc� pode ensinar uma galinha a instalar a Debian! Ele quiz dizer que durante o processo de instala��o estava a maior parte _bicando_ a tecla _Enter_. A primeira escolha no menu de instala��o ser� a pr�xima a��o que voc� dever� executar de acordo com o que o sistema detectou que est� conclu�do. Ele diz ``Pr�ximo'', e ser� levado ao pr�ximo passo do sistema de instala��o. 5.10. ``Configurar o Teclado'' ------------------------------ Verifique se a barra luminosa est� no item ``Pr�ximo'', e pressione _Enter_ para ir at� o menu de configura��o de teclado. Selecione o teclado conforme o tipo que utiliza para sua linguagem nacional, se seu tipo de teclado n�o for listado, selecione *something close*. Uma vez que o sistema de instala��o for conclu�do, voc� poder� selecionar um tipo de teclado atrav�s de v�rias op��es (execute `kbdconfig' como root quando completar a instala��o). Mova a barra luminosa para a sele��o de teclado que desejar e pressione _Enter_. Use as setas de teclado para mover a barra luminosa -- elas est�o sempre no mesmo lugar em todos os padr�es de teclados nacionais, assim as setas s�o independentes da configura��o de teclado. Se voc� estiver instalando em uma esta��o de trabalho sem o disco r�gido, os pr�ximos passos ser�o pulados, desde que n�o h� discos locais para serem particionados. Neste caso, seu pr�ximo passo ser� Sec��o 7.4, ```Configurar a Rede'''. Ap�s isto, voc� ser� perguntado para montar sua parti��o NFS root em Sec��o 6.9, ```Montar uma Parti��o Linux j� Inicializada'''. 5.11. �ltima Chance! -------------------- N�s lhe dissemos para fazer um backup de seus dados? Esta � a �ltima chance de salvar seu antigo sistema. Se ainda n�o fez o backup de seus discos, remova o disquete da unidade, reinicie o sistema e fa�a os backups. ------------------------------------------------------------------------------- 6. Particionando seu disco r�gido --------------------------------- 6.1. Introdu��o --------------- Particionar o disco r�gido simplesmente se refere em dividir o disco em duas se��es. Cada se��o � independente da outra. � equivalente a colocar paredes na casa; se voc� fizer mudan�as em uma sala, a outra n�o ser� afetada. Se possui atualmente um sistema operacional em seu computador (Windows 95, Windows NT, OS/2, MacOS, Solaris, FreeBSD) e voc� quiser instalar o Linux no mesmo disco, voc� provavelmente ter� que reparticionar o disco. Em geral, alterando-se a parti��o de um sistema de arquivos existentes destr�i todos os dados dela. Assim voc� dever� sempre fazer c�pias de seguran�a antes de iniciar o reparticionamento. Usando a analogia da casa, voc� provavelmente dever� mover todos os m�veis fora dela antes de mover a parede sobre o risco de destru�los. No m�nimo, GNU/Linux precisa de uma parti��o para sua instala��o. Voc� pode ter uma parti��o simples contendo todo o sistema operacional, aplicativos, e seus arquivos pessoais. Muita pessoas sentem necessidade de possuir uma parti��o swap, embora n�o seja necess�ria. "Swap" � um espa�o utilizando pelo sistema operacional que permite que o sistema criar uma "mem�ria virtual". Colocando swap em uma parti��o separada, Linux pode fazer um uso mais eficiente dela. � poss�vel for�ar o Linux a utilizar um arquivo regular como swap, mas isto n�o � recomendado. Por�m, muitas pessoas decidem ter um n�mero m�nimo de parti��es para GNU/Linux. Existem duas raz�es para colocar os sistema em diversas parti��es pequenas. O primeiro � a seguran�a, se ocorrer um corrompimento do sistema de arquivos, geralmente somente aquela parti��o � afetada. Assim, voc� somente ter� que restaurar (atrav�s de backups que criou) a parti��o afetada de seu sistema. No m�nimo considere a cria��o de uma parti��o separada que � normalmente chamada de "parti��o root". Esta parti��o cont�m os componentes mais essenciais para o funcionamento de seu sistema. Se ocorrer o corrompimento de outras parti��es, voc� poder� iniciar o GNU/Linux e corrigir este problema. Isto pode evitar toda a reinstala��o de seu sistema por causa de um problema. A segunda raz�o � geralmente mais importante em uma empresa, mas depende do uso de seu computador. Suponha que alguma coisa esteja fora de controle e come�a a comer seu espa�o em disco. Se o processo causador deste problema procura obter privil�gios de root (o sistema mant�m uma porcentagem do espa�o em disco longe dos usu�rios), de repente voc� pode descobrir que perdeu espa�o em disco. Isto n�o � muito bom como o OS precisa utilizar arquivos reais (al�m do espa�o de troca) para muitas coisas. Pode nem ser mesmo um problema de origem local. Por exemplo, obtendo e-mails indesejados pode-se facilmente encher uma parti��o. Utilizando mais parti��es, voc� estar� protegendo seu sistema de muitos destes problemas. Usando novamente o e-mail como exemplo, colocando `/var/spool/mail' em sua pr�pria parti��o, o resto do sistema trabalhar� normalmente se voc� receber muitos e-mails. A �nica desvantagem de se utilizar diversas parti��es � a dificuldade de se saber com anteced�ncia quais ser�o as suas necessidades de espa�o. Se voc� criar uma parti��o muito pequena, voc� ter� que reinstalar todo o sistema ou ter� que mover arquivos freq�entemente para outras parti��es para liberar espa�o na parti��o. No outro caso, se criar um parti��o muito grande, voc� estar� desperdi�ando espa�o que poderia ser utilizado em outro local. Espa�o em disco � hoje em dia barato, mas porque jogar seu dinheiro fora? 6.1.1. A estrutura de diret�rios -------------------------------- A lista seguinte descreve alguns diret�rios importantes. Ela deve ajuda-lo a decidir o esquema de particionamento para seu sistema. Se ela � muito confusa para voc�, apenas ignore-a e re-leia esta se��o ap�s ler todo o restante do manual de instala��o. * `/': a ra�z representa o ponto de partida da hieharquia de diret�rios. Ele cont�m diversos programas essenciais para que o computador inicialize. Isto inclui o kernel, bibliotecas do sistema, arquivos de configura��o em `/etc/' e v�rios outros arquivos essenciais. Tipicamente s�o necess�rios de 30 a 50 MB, mas isto pode variar. Nota: n�o coloque o diret�rio `/etc/' em uma parti��o pr�pria; voc� n�o poder� inicializar. * `/dev': Este diret�rio cont�m v�rios arquivos de dispositivos que s�o interfaces para v�rios componentes de hardware. Para mais detalhes, veja Sec��o 6.3, `Nomes dos dispositivos no Linux'. * `/usr': Aqui residem todos os programas dos usu�rios (`/usr/bin'), bibliotecas(`/usr/lib'), documenta��o (`/usr/share/doc'), etc. Esta parte do sistema de arquivos precisa de mais espa�o. Voc� deve no m�nimo oferecer de 300 a 500MB de espa�o em disco. Se voc� deseja instalar mais pacotes, aumente a quantidade de espa�o neste diret�rio. * `/home': Cada usu�rio grava seus dados em um subdiret�rio deste diret�rio. O tamanho dele depende de quantos usu�rios estar�o usando o sistema e quais arquivos s�o armazenados em seus diret�rios. Dependendo do planejamento de uso, voc� deve reservar um espa�o acima de 100MB para cada usu�rio, mas adapte este valor as suas necessidades. * `/var': Todos os dados vari�veis como artigos news, e-mails, p�ginas de Internet, cache do APT, etc, ser�o armazenados neste diret�rio. O tamanho deste diret�rio depende �nicamente do uso do computador, mas para a maioria das pessoas ele ser� unicamente dedicado a ferramenta de manuten��o de pacotes. Se planejar fazer uma instala��o completa de tudo que a Debian oferece em uma se��o, a escolha do tamanho de 2 ou 3 gigabytes de espa�o para `/var' deve ser suficiente. Se voc� quer instalar por partes (isto �, instalar servi�os e utilit�rios, seguidos por ferramentas de texto, ent�o o X, ...), voc� pode usar de 20 a 50 MB de espa�o para `/var'. Caso o espa�o em seu disco r�gido seja um pr�mio e voc� n�o planeja usar o APT, ao menos para maior atualiza��es, voc� pode conviver com um espa�o entre 30 e 40 MB em `/var'. * `/tmp': Se um programa cria um arquivo tempor�rio, ele normalmente o far� aqui. 20 a 50 MB devem ser o bastante. * `/proc': Este � um sistema de arquivos virtual que n�o reside no disco r�gido, assim n�o � necess�rio espa�o em disco r�gido. Ele oferece informa��es vitais e interessantes sobre a execu��o do sistema. 6.2. Planejando o uso do seu sistema ------------------------------------ � importante decidir qual ser� a fun��o de sua m�quina. Isto determinar� os requerimentos de espa�o em disco e afetar� o esquema de particionamento. Isto foi mudado para a Potato -- n�s precisamos atualiza-lo. Existe um n�mero de tarefas comuns Como isto deve ser chamado? que a Debian oferece para sua conveni�ncia (veja Sec��o 8.12, `Sele��o Simples de Pacotes -- O Instalador de Tarefas'). Aplica��es de tarefa comuns s�o simplesmente conjuntos de sele��es de pacotes que fazem isto f�cil para voc�, no qual um n�mero de pacotes s�o autom�ticamente marcados para instala��o. Cada perfil escolhido ter� o tamanho resultante ap�s completar a instala��o. Se voc� n�o utilizar estes perfis, esta discuss�o � importante para o planejamento, desde que ele lhe dar� a no��o do tamanho da parti��o que voc� ter� que possuir. Os seguintes s�o v�rios dos perfis dispon�veis e seus tamanhos: Os v�rios aplicativos e tamanhos provavelmente devem estar aqui. Server_std (servidor simples) Este � um perfil de servidor pequeno, �til para ecomizar o espa�o em servidores que n�o possuem muitas contas shell de usu�rios. Ele possui basicamente um servidor FTP, um servidor WEB, DNS, NIS e POP. Ele ocupar� em torno de 50MB. Esta certo, que este tamanho seria o exato; qualquer outra coisa adicionada por voc�, seria adicional. Dialup Uma instala��o de desktop simples, inclui o sistema X-Window, aplica��es gr�ficas, som, editores, etc. Tamanho dos pacotes ocupara em m�dia 500MB. Work_std (trabalho simples) Uma configura��o de usu�rio mais simples, sem o sistema X-Window ou aplica��es X. Possivelmente recomendada para Notebooks ou computadores m�veis. O tamanho � aproximadamente 140MB (note que o autor tem um notebook simples incluindo X11 simples, ocupando cerca de 100MB). Devel_comp (desenvolvimento) Uma configura��o de computador desktop com todos os pacotes de desenvolvimento, como o Perl, C, C++, etc. O tamanho ocupado � cerca de 475MB. Assumindo que voc� esta incluindo X11 e muitos pacotes adicionais para outros usos, voc� dever� possuir aproximadamente 800 MB para este tipo de instala��o. Lembre-se que estes tamanhos n�o incluem todos os outros materiais que s�o normalmente encontrados, como os arquivos de usu�rio, e dados. � sempre bom ser generoso quanto ao espa�o de seus pr�prios arquivos e dados. Notavelmente, a parti��o `/var' da Debian cont�m muita informa��es circunst�nciais. Os arquivos do `dpkg' (com informa��es de todos os pacotes instalados) podem facilmente consumir 20MB; com logs e o resto, voc� dever� reservar no m�nimo 50MB para `/var'. 6.3. Nomes dos dispositivos no Linux ------------------------------------ As parti��es e discos do Linux s�o nomeados de formas diferentes de outros sistemas operacionais. Voc� precisar� conhecer os nomes que o Linux usa antes de criar suas parti��es. Aqui um esquema b�sico de nomes: * O primeiro disco flex�vel � nomeado "/dev/fd0". * O segundo disco flex�vel � nomeado "/dev/fd1". * O primeiro disco SCSI (ID SCSI endere�o-conhecido) � nomeado "/dev/sda". * O segundo disco SCSI(endere�o-conhecido) � nomeado "/dev/sdb", e assim por diante. * O primeiro CD-ROM SCSI � nomeado "/dev/scd0", conhe�ido tamb�m como "/dev/sr0". * O disco IDE principal na controladora prim�ria � nomeado como "/dev/hda". * O disco IDE escravo na contraladora prim�ria � nomeado como "/dev/hdb". * Os discos principal e escravo da segunda controladora s�o chamados "/dev/hdc" e "/dev/hdd", respectivamente. Novas controladores IDE possuem atualmente dois canais, efetivamente possuindo duas controladoras. As letras podem ser diferentes das mostradas no programa pdisk do mac (i.e. que pode mostrar /dev/hdc no pdisk e /dev/hda na Debian). * O primeiro dispositivo ACSI � nomeado "/dev/ada", o segundo � nomeado "/dev/adb". As parti��es em cada disco s�o representadas por um n�mero decimal correspondente ao nome do disco: "sda1" e "sda2" representam a primeira e segunda parti��o do primeiro disco SCSI do computador. Aqui um exemplo real. Imagine que voc� possui um sistema com 2 discos SCSI, um no segundo endere�o SCSI e o outro SCSI no endere�o 5. O primeiro disco (no endere�o 2) � nomeado como "sda", e o segundo "sdb". Se a unidade "sda" possui 3 parti��es nele, estas ser�o nomeadas como "sda1", "sda2" e "sda3". O mesmo se aplica ao disco "sdb" e suas parti��es. Note que se voc� tiver duas adaptadoras de barramento SCSI (i.e. controladoras), a ordem dos drives podem gerar confus�o. A melhor solu��o neste caso � ler as mensagens no boot, assumindo que voc� conhe�a o modelo dos discos r�gidos. Sistemas VMEbus usando a unidade de disquetes TEAC FC-1 SCSI ser� visto como um disco SCSI normal. Para tornar a identifica��o desta unidade mais simples, o programa de instala��o criar� um link simb�lico para o dispositivo apropriado com o nome "/dev/sfd0". 6.4. Esquema de particionamento recomendado ------------------------------------------- Como descrito acima, voc� definitivamente devera ter uma parti��o root (raiz) separada e menor, e uma parti��o `/usr' larga, se voc� tiver espa�o. Por exemplo, veja abaixo. Para maior parte dos usu�rios, as duas parti��es inicialmente mencionadas s�o suficientes. Isto � especialmente recomendado quando voc� tem um disco r�gido pequeno, assim criando v�rias parti��es desperdi�ara mais espa�o. Em muitos casos, voc� precisara ter uma parti��o `/usr/local' separada se desejar instalar muitos programas que n�o fazem parte da distribui��o Debian. Se sua m�quina funcionar como servidor de e-mail, voc� dever� criar uma parti��o separada para `/var/spool/mail'. Normalmente, � uma boa id�ia colocar `/tmp' em sua pr�pria parti��o, com o espa�o entre 20 e 30MB. Caso esteja configurando um servidor que ter� v�rias contas de usu�rios, � recomendado criar uma grande parti��o `/home'. Em geral, as situa��es de particionamento variam de computador para computador, dependendo de seu uso. Para sistemas muito complexos, voc� dever� ler o Multi Disk HOWTO (http://www.tldp.org/HOWTO/Multi-Disk-HOWTO.html). Este cont�m informa��es detalhadas, muito de interesse de ISPs e pessoas configurando servidores. A respeito do assunto tamanho da parti��o de troca, existem muitos pontos de vista. Uma regra que funciona bem � criar o tamanho do arquivo de troca de acordo com a mem�ria em seu sistema, embora n�o seja muito comum para muitos usu�rios ter mais que 64MB de swap. Tamb�m n�o pode ser menor que 16MB, na maioria dos casos. � claro, existem exce��es para estas regras. Se voc� est� tentando resolver 10.000 equa��es simult�neas em uma m�quina com 256MB de mem�ria, voc� precisar� de 1 gigabyte (ou mais) de swap. De outro Lado, Atari Falcons e Macs podem ter panes durante o Swap, assim ao inv�s de criar uma grande parti��o Swap, obtenha mais mem�ria RAM quanto poss�vel. Em arquiteturas de 32bits (i386, m68k, 32-bit SPARC, e PowerPC), o tamanho m�ximo de uma parti��o swap � de 2 GB (no Alpha e SPARC64, � virtualmente ilimitado). Isto deve ser o bastante para qualquer instala��o. No entanto, caso os requerimentos de sua parti��o swap s�o grandes, voc� deve dividi-la em diferentes discos (tamb�m chamados de "spindles") e, se poss�vel, canais SCSI e IDE diferentes. O kernel balancear� o uso da swap entre as m�ltiplas parti��es swap, oferecendo melhor performance. 6.5. Exemplo de particionamento ------------------------------- Em um exemplo, a m�quina da casa do autor possui 32 MB de RAM e 1.7 GB IDE em `/dev/hda'. Isto � uma parti��o de 500MB para outro sistema operacional em `/dev/hda1' (e 200MB nunca foram usados). Uma parti��o de 32MB � usada em `/dev/hda3' e o resto (acima de 1.2GB em `/dev/hda2') � a parti��o Linux. 6.6. ``Particionar o Disco R�gido'' ----------------------------------- Se voc� n�o particionou seus discos r�gidos com o sistema de arquivos Linux native e Linux swap, i.e., como descrito em Sec��o 3.5, `Pr�-Particionando para Sistemas Multi-Boot', o pr�ximo passo ser� ``Particionar o Disco R�gido''. Se voc� j� criou no m�nimo uma parti��o Linux native e uma parti��o de disco Linux swap, a pr�xima op��o do menu ser� ``Inicializar e Ativar uma Parti��o Swap'', ou voc� poder� pular este passo se o seu sistema tem pouca mem�ria e caso tenha ativado a parti��o swap quando o sistema foi iniciado. Se estiver na sele��o de menu ``Pr�ximo'', voc� pode usar a seta para baixo para selecionar ``Particionar o Disco R�gido''. O item de menu ``Particionar o Disco R�gido'' mostra a voc� uma lista de discos r�gidos que voc� pode particionar, e executar o programa de particionamento. Voc� deve criar no m�nimo uma parti��o de disco "Linux native" (tipo 83) e voc� provavelmente precisar� de uma parti��o "Linux swap" (tipo 82), como explicado em Cap�tulo 6, `Particionando seu disco r�gido'. Se voc� tem d�vida sobre o particionamento de disco, volte e leia aquele cap�tulo. Dependendo da sua arquitetura, existem diferentes programas que podem ser usados. Estes s�o os programas dispon�veis para sua arquitetura. `atari-fdisk' Vers�o Atari-aware do `fdisk'; leia a p�gina de manual atari-fdisk (atari-fdisk.txt). `amiga-fdisk' Vers�o Amiga-aware do `fdisk'; leia a p�gina de manual amiga-fdisk (amiga-fdisk.txt). `mac-fdisk' Vers�o Mac-aware do `fdisk'; leia a p�gina de manual mac-fdisk (mac-fdisk.txt). `mac-fdisk' Vers�o PowerMac-aware do `fdisk'; leia a p�gina de manual pmac-fdisk (pmac-fdisk.txt). Um destes programas ser� executado por padr�o quando voc� selecionar ``Particionar o Disco R�gido''. Se o programa executado por padr�o n�o � o que deseja, saia do particionador, v� para o shell (tty2), e digite manualmente o nome do programa que deseja usar (e argumentos se precisar). Ent�o pule o passo ``Particionar o Disco R�gido'' no `dbootstrap' e continue com o pr�ximo passo. Uma parti��o swap � extremamente recomendada, mas voc� pode continuar sem ela se insistir, e se o sistema possuir mais que 16MB de RAM. Para instalar sem uma parti��o swap, selecione a op��o do menu ``Continuar sem uma parti��o Swap''. 6.7. ``Inicializar e Ativar uma Parti��o Swap'' ----------------------------------------------- Este ser� o pr�ximo item de menu uma vez que criou uma parti��o de disco. Se tem a op��o de inicializar e ativar a nova parti��o swap, ativar uma parti��o anteriormente inicializada, e continuar sem uma parti��o swap. � sempre permitido re-inicializar uma parti��o swap, � s� selecionar ``Inicializar e Ativar uma Parti��o Swap'' a menos que saiba seguramente o que est� fazendo. Esta op��o de menu mostrar� a voc� uma caixa de di�logo dizendo ``Selecione a parti��o para ativar como dispositivo swap.''. O dispositivo padr�o mostrado ser� a parti��o swap que voc� configurou atualmente; se for, apenas pressione _Enter_. Ap�s isto voc� ter� a op��o de verificar toda a parti��o por blocos de discos que n�o podem ser lidos causados por defeitos na superf�cie dos discos do disco r�gido. Isto � �til se voc� tiver um disco ACSI ou discos SCSI antigos, e nunca danifica (embora possa levar algum tempo). Discos funcionando corretamente em muitos dos sistemas modernos n�o precisam desta op��o, como eles possuem mecanismos internos pr�prios para mapear blocos de discos defeituosos. Finalmente, esta � a mensagem de confirma��o, desde que a inicializa��o destr�i todos os dados antigos da parti��o. Se est� tudo bem, selecione ``Sim''. A tela mostrar� o programa de inicializa��o sendo executado. 6.8. ``Inicializar uma Parti��o Linux'' --------------------------------------- Neste ponto, a pr�xima op��o mostrada no menu ser� ``Inicializar uma Parti��o Linux''. Se n�o for ela, � porque voc� n�o completou o processo de particionamento do disco, ou voc� n�o escolheu uma das op��es de menu de sua parti��o de troca. Voc� pode inicializar uma parti��o Linux, ou alternativamente voc� pode montar uma parti��o inicializada anteriormente. Note que o `dbootstrap' _n�o_ atualizar� um sistema antigo sem destru�-lo. Se voc� est� atualizando, a Debian pode usualmente atualizar-se, e voc� n�o precisar� utilizar o `dbootstrap'. Para instru��es de upgrade para a Debian 3.0, veja instru��es de upgrade (http://www.debian.org/releases/woody/m68k/release-notes/). Assim, se voc� esta utilizando parti��es de disco antigas que n�o est�o vazias, i.e. se voc� deseja destruir o que estiver nela, voc� dever� inicializa-la (que apagar� todos os arquivos). Mais ainda, voc� deve inicializar qualquer parti��o que voc� criou no passo de particionamento de disco. Sobre a �nica raz�o para montar uma parti��o sem inicializa-la neste ponto � porque voce j� deve ter feito grande parte do processo de instala��o com as mesmas configura��es dos disquetes de instala��o. Selecione a op��o de menu ``Inicializar uma Parti��o Linux'' e monte a parti��o de disco `/'. A primeira parti��o que voc� montar e inicializar ser� a �nica montada como `/' (pronunciada "ra�z" - em ingl�s "root"). Voc� ser� perguntado se deseja manter ``Compatibilidade com Kernel Linux Anterior ao 2.2'' Dizendo ``N�o'' significa que n�o poder� executar kernels da s�rie 2.0 ou anteriores em seu sistema, pois o sistema de arquivos ativar� caracter�sticas que estes kernels n�o suportam. Se voc� nunca precisou executar um kernel 2.0 ou anterior em seu sistema, responda ``N�o'' a quest�o. O padr�o � ``Sim'' em nome da compatibilidade. Voc� tamb�m ser� perguntado se deseja fazer a verifica��o por blocos defeituosos. O padr�o � pular a verifica��o por blocos defeituosos, pois a verifica��o consome muito tempo e controladoras de disco modernas detectam e fazem a corre��o adequada quando encontram blocos defeituosos. No entanto, se n�o est� certo da qualidade de sua controladora de disco, ou se tiver um sistema muito antigo, provavelmente dever� fazer a procura por blocos defeituosos. As pr�ximas perguntas s�o somente para confirma��o. Voc� ser� perguntado para confirmar, pois a inicializa��o destruir� todos os dados em sua parti��o de disco, e voc� ser� perguntado se a parti��o dever� ser montada como `/' [1]. Ap�s voc� montar a parti��o `/', o pr�ximo item de menu ser� ``Instalar o Kernel e os M�dulos'', a n�o ser que voc� j� tenha feito v�rios passos da instala��o. Voc� pode usar as setas para selecionar o item de menu para inicializar e/ou montar as parti��es de disco caso voc� tiver mais parti��es para configurar. Se voc� criou parti��es separadas para `/var', `/usr' ou outros sistemas de arquivos, voc� pode inicializa-las e/ou monta-las agora. [1] (t�cnicamente ela estar� sendo montada em `/target'; mas ap�s reiniciar seu sistema, ela se tornar� `/') 6.9. ``Montar uma Parti��o Linux j� Inicializada'' -------------------------------------------------- Uma alternativa para Sec��o 6.8, ```Inicializar uma Parti��o Linux''', � o passo ``Montar uma Parti��o Linux j� Inicializada''. Use isto se voc� esta resumindo uma instala��o que foi perdida, ou se voc� deseja montar parti��es que j� foram inicializadas ou possuem dados que deseja preservar. Se voc� estiver instalando em uma esta��o de trabalho sem disco r�gido, neste ponto, voc� pode montar sua parti��o NFS root atrav�s do servidor NFS remoto. Especificamente o caminho para o servidor NFS na sintaxe NFS, isto �, `<nome-do-servidor-ou-IP>:<caminho-do-compartilhamento-do-servidor>'. Se voce precisar montar sistemas de arquivos adicionais tamb�m, voc� pode monta-los agora. O <caminho-de-compartilhamento-do-servidor> para sistemas BVM e Motorola VMEbus devem conferir com o caminho (path) especificado em `tftplilo.conf' no servidor TFTP; ele � usado para dizer ao kernel do linux o diret�rio a ser montado quando o sistema de instala��o � iniciado. O caminho padr�o em `tftplilo.conf' � `/nfshome/%C', onde `%C' � substituido pelo endere�o IP, com pontos, do sistema de inicializa��o do cliente. Se voc� ainda n�o configurou sua rede como descrito em Sec��o 7.4, ```Configurar a Rede''', ent�o ao selecionar uma instala��o NFS, ser� perguntado por por isso. 6.10. Montando parti��es n�o suportadas pelo `dbootstrap' --------------------------------------------------------- Em algumas situa��es especiais, o `dbootstrap' pode n�o saber como montar seus sistemas de arquivos (seja o root ou outro qualquer). Pode ser poss�vel, se voc� � um usu�rio Linux experiente, simplesmente v� at� o `tty2' e execute manualmente os comandos que voc� precisa para montar a parti��o em quest�o. Se estiver montando uma parti��o ra�z para seu novo sistema, apenas monte-a em `/target', ent�o volte para o dbootstrap e continue (talvez executando o passo ``Ver a Tabela de Parti��o'' para o `dbootstrap' recomputar onde est� no processo de instala��o. Para parti��es n�o-ra�zes, voc� deve se lembrar de modificar manualmente seu novo arquivo `fstab' assim sua parti��o ser� montada quando reiniciar. Espere o arquivo (`/target/etc/fstab') ser gravado pelo `dbootstrap', � claro, antes de edita-lo. ------------------------------------------------------------------------------- 7. Installing the Kernel and Base Operating System -------------------------------------------------- 7.1. ``Instalar o Kernel e os M�dulos'' --------------------------------------- O pr�ximo passo ser� instalar o kernel e seus m�dulos em seu novo sistema. Ser�-lhe mostrado um menu de dispositivos de onde poder� instalar o kernel e uma op��o de instalar usando a rede. Voc� pode usar qualquer dispositivo dispon�vel, n�o est� restrito a utilizar a mesma m�dia que usou para a montagem (veja Cap�tulo 4, `Obtendo a M�dia de Instala��o do Sistema'). Note que as op��es mostradas variam conforme o hardware que o `dbootstrap' detectar. Se estiver instalando atrav�s de um CD-ROM oficial, o programa deve fazer as coisas certas automaticamente, a n�o ser perguntar-lhe pelo dispositivo a partir do qual instalar (a n�o ser que voc� inicialize com o argumento `verbose'). Quando perguntado pelo CD-ROM, certifique-se de inserir o primeiro CD-ROM na unidade. Se estiver instalando atrav�s de um sistema de arquivos local, voc� ter� duas op��es. Selecione ``hard disk'' (disco r�gido) se a parti��o ainda n�o est� montada; selecione ``mounted'' (montada) se estiver. Em ambos os casos, o sistema procurar� primeiro por alguns arquivos em `dists/woody/main/disks-m68k/current'. Se n�o encontrar estes arquivos, ser� pedido que voc� selecione ``Selecione o caminho do Reposit�rio Debian'' --- este � o diret�rio dentro do disco onde voc� colocou os arquivos de instala��o requeridos. Se voc� tiver os arquivos da Debian em um mirror local, pode apontar para o diret�rio onde eles est�o, que � frequentemente `/archive/debian'. Tais arquivos s�o caracterizados por estruturas de diret�rios tais como `debian/dists/woody/main/disks-m68k/current'. Voc� pode digitar o caminho manualmente, ou usar o bot�o `<...>' para navegar na �rvore do sistema de arquivos. Continuando a discuss�o da instala��o atrav�s de um disco local ou m�dia similar (tal como NFS), voc� ser� perguntado em seguida pelo diret�rio atual contendo os arquivos necess�rios (que podem ser baseados em sua arquitetura). Note que o sistema pode ser um pouco insistente que os arquivos apare�am na localiza��o indicada, incluindo os subdiret�rios se existirem. Veja os logs em tty3 (veja Sec��o 5.7.1, `Usando o Interpretador de Comandos e visualizando os Logs') onde o `dbootstrap' registrar� a localiza��o dos arquivos que estiver procurando. Se a op��o ``standard'' (padr�o) aparecer, ent�o voc� deve us�-la. Caso contr�rio, tente a op��o ``list'' (lista) para deixar o `dbootstrap' tentar encontrar os arquivos atuais por si pr�prio (mas repare que isto pode ser muito demorado se estiver montando atrav�s de NFS). Como �ltimo recurso, use a op��o ``manual'' para especificar o diret�rio manualmente. Se voc� est� instalando a partir de disquetes, ser� preciso colocar o disquete de resgate (que provavelmente est� na unidade de disquetes), seguido dos disquetes de drivers. Se voc� deseja instalar o kernel e m�dulos atrav�s da rede, pode fazer isto usando as op��es ``network'' (rede) (HTTP) ou ``nfs''. Sua placa de rede deve ser suportada pelo kernel padr�o (veja Sec��o 2.5, `Perif�ricos e Outro Hardware'). Se a op��o ``nfs'' n�o aparecer, voc� precisar� selecionar ``Cancelar'', e ent�o voltar e selecionar o passo ``Configurar a Rede'' ( veja Sec��o 7.4, ```Configurar a Rede'''). Ent�o re-execute este passo. 7.1.1. NFS ---------- Selecione a op��o ``nfs'', e ent�o passe ao `dbootstrap' o nome de seu servidor NFS e caminho. Considerando que voc� colocou as imagens do disquete de resgate e dos disquetes de drivers no servidor NFS na localiza��o apropriada, esses arquivos devem estar dispon�veis a voc� para instalar o kernel e m�dulos. O sistema de arquivos NFS ser� montado sob `/instmnt'. Selecione a localiza��o dos arquivos como em ``hard disk'' (disco r�gido) ou ``mounted'' (montada). 7.2. Network ------------ Selecione a op��o ``network'' (rede), e ent�o passe ao `dbootstrap' a URL e caminho dos arquivos do Debian. O padr�o normalmente funcionar� bem, e em todo caso, a parte do caminho est� provavelmente correta para qualquer mirror Oficial do Debian, at� mesmo se voc� editar a parte do servidor. Voc� pode optar por obter os arquivos atrav�s de um servidor proxy; apenas entre com o servidor _... esta frase n�o est� finalizada..._ . 7.2.1. NFS Root --------------- Se voc� est� instalando em uma esta��o sem disco, deve ter configurado sua rede como descrito em Sec��o 7.4, ```Configurar a Rede'''. Escolha a op��o para instalar o kernel e m�dulos atrav�s do NFS. Prossiga usando a op��o ``nfs'' como descrito acima. Pode ser necess�rio realizar outros passos para outras m�dias de instala��o. 7.3. ``Configurar os M�dulos dos Controladores de Dispositivos'' ---------------------------------------------------------------- Voc� ser� primeiro perguntado se gostaria de carregar m�dulos adicionais do kernel de um disquete disponibilizado por um fornecedor. Muitos podem pular este passo, j� que isso s� � �til se houver alguns m�dulos propriet�rios ou n�o padr�es que s�o requeridos por seu hardware (por exemplo, para uma controladora SCSI espec�fica). Ser� feita uma busca por m�dulos nos disquetes em localiza��es tais como `/lib/modules/misc' (onde <misc> pode ser qualquer se��o de m�dulo do kernel padr�o. Quaisquer arquivos ser�o copiados para o disco em que voc� est� instalando, assim eles podem ser configurados no pr�ximo passo. A seguir, o programa `modconf' ser� executado, que � um programa simples que mostra a se��o dos m�dulos do kernel e permite-lhe seguir passo a passo entre as diversas se��es, procurando por m�dulos que deseja instalar. N�s recomendamos que voc� _somente_ selecione m�dulos de dispositivos que s�o requeridos pelo processo de instala��o e que ainda n�o foram detectados pelo kernel. Muitas pessoas n�o precisam selecionar nenhum m�dulo do kernel. Por exemplo, pode ser necess�rio carregar explicitamente o controlador de uma placa de rede da se��o `net', um controlador SCSI na se��o `scsi', ou um controlador de cdrom propriet�rio na se��o `cdrom'. Os dispositivos que selecionar ser�o carregados automaticamente assim que o seu sistema inicializar. Alguns m�dulos podem pedir par�metros. Para ver quais par�metros s�o relevantes, voc� ter� que consultar a documenta��o daquele driver do kernel. Em qualquer ponto ap�s o sistema estar instalado, voc� pode reconfigurar seus m�dulos usando o programa `modconf'. 7.4. ``Configurar a Rede'' -------------------------- Se o sitema de instala��o n�o detectar que voc� tem um dispositivo de rede dispon�vel, ser�-lhe apresentada a op��o ``Escolher o Nome do Computador''. At� mesmo se voc� n�o tiver uma rede, ou se sua conex�o de rede inicia e termina dinamicamente (por exemplo, usa dialup) sua m�quina dever� ter um nome para se identificar. Se o sistema de instala��o detectar um dispositivo de rede, ser�-lhe apresentado o passo ``Configurar a Rede''. Se o sistema n�o lhe permitir executar este passo, isto significa que ele n�o pode encontrar nenhum dispositivo de rede presente. Se voc� tiver um dispositivo de rede, significa que voc� provavelmente esqueceu de configurar o dispositivo anteriormente em (Sec��o 7.3, ```Configurar os M�dulos dos Controladores de Dispositivos'''). Retorne a esse passo e procure pelo dispositivo na se��o `net'. Assim que entrar no passo ``Configurar a Rede'', se o sistema detectar que voc� tem mais que um dispositivo de rede, ser�-lhe perguntado por quais dispositivos que deseja configurar. Voc� pode somente configurar um. Ap�s a instala��o voc� pode configurar interfaces adicionais --- veja a se��o interfaces(5) na p�gina de manual. Em seguida, o `dbootstrap' perguntar� a voc� se deseja usar um servidor DHCP ou BOOTP para configurar sua rede. Se voc� puder, voc� deve dizer ``Sim'', pois isso lhe permitir� avan�ar todo o restante da pr�xima se��o. Felizmente voc� deve ver a resposta ``A rede foi configurada com sucesso via DHCP/BOOTP.''. Pule para o passo Sec��o 7.5, ```Instalar o Sistema B�sico'''. Se a configura��o falhar, verifique seus cabos e as mensagens de logs no tty3, ou ent�o tente novamente configurando manualmente a rede. Para realizar a configura��o manual da rede, o `dbootstrap' perguntar� algumas quest�es sobre sua rede; preencha as respostas de Sec��o 3.3, `Informa��o que voc� precisar�'. O sistema tamb�m far� um resumo de sua configura��o de rede e pedir� sua confirma��o. A seguir, voc� precisar� especificar os dispositivos de rede que sua conex�o prim�ria de rede usa. Normalmente, ela ser� ``eth0'' (o primeiro dispositivo Ethernet). Pode ser necess�rio, ou talvez n�o, que tenha em m�os alguns detalhes t�cnicos: o programa assume que o endere�o IP da rede � a l�gica AND bit-a-bit entre seu endere�o IP e sua m�scara de rede. Ele considerar� que o endere�o de broadcast � a l�gica OR bit-a-bit entre o endere�o IP do sistema e uma nega��o bit-a-bit da netmask. Ele tamb�m considerar� que o gateway de seu sistema � tamb�m seu servidor DNS. Se voc� n�o encontrar nenhuma destas respostas, use as suposi��es do sistema --- voc� pode alter�-los ap�s o sistema estar instalado, se necess�rio, editando `/etc/network/interfaces'. Alternativamente, voc� pode instalar o pacote `etherconf', que guiar� passo a passo a configura��o de sua rede. 7.5. ``Instalar o Sistema B�sico'' ---------------------------------- O pr�ximo passo � instalar o sistema b�sico. O sitema b�sico � um conjunto m�nimo de pacotes que oferece um sistema funcional b�sico. Ocupa em torno de 70MB de espa�o. Durante o passo ``Instalar o Sistema B�sico'', se n�o estiver instalando atrav�s de um CD-ROM, ser�-lhe mostrado um menu de dispositivos atrav�s dos quais poder� instalar o sistema b�sico. Voc� deve selecionar a m�dia de instala��o apropriada. Se estiver instalando atrav�s de um CD-ROM oficial, ser�-lhe pedido que insira o CD. Se voc� estiver instalando o sistema b�sico atrav�s da rede, note que alguns passos podem levar um tempo significativo, e o progresso pode n�o ser evidente. Particularmente, a obten��o inicial de `Packages.gz', e as instala��es da base e pacotes essenciais pode parecer estar parada; d�-lhes um tempo extra. Voc� pode usar `df -h' no console 2 para certificar-se de que o conte�do de seu disco ainda est� mudando. Entretanto, se a instala��o parar quando estiver obtendo um arquivo chamado `Release', voc� pode considerar que seu arquivo de rede n�o foi encontrado, ou h� um problema com ele. Se voc� estiver instalando o sistema b�sico a partir de seu disco r�gido, simplesmente aponte o instalador para a localiza��o em disco de `basedebs.tar', similar ao procedimento para instalar o kernel e os m�dulos. ------------------------------------------------------------------------------- 8. Booting Into Your New Debian System -------------------------------------- 8.1. ``Fazer o Sistema Inicializ�vel'' -------------------------------------- Se voc� selecionar "fazer o disco r�gido inicializar diretamente pelo Linux", e voc� _n�o_ est� instalando a partir de uma esta��o sem disco r�gido o sistema lhe perguntar� sobre a instala��o de um master boot record. Se voc� n�o est� usando um boot manager (e iste � provavelmente o caso se voc� n�o conhecer o que � um boot manager) ou n�o tem outros sistemas operacionais diferentes no mesmo computador, responda ``Sim'' a esta quest�o. _FIXME: sobre o gerenciador de partida_ Se voc� responder ``Sim'', a pr�xima quest�o ser� se voc� quer que o Linux inicialize automaticamente atrav�s do disco r�gido quando ligar seu computador. Isto configura a parti��o do Linux como _inicializ�vel_ -- a �nica que ser� carregada atrav�s do disco r�gido na inicializa��o. Note que uma m�quina utilizando m�ltiplos sistemas operacionais � algo de uma arte desconhecida. Este documento n�o tentar� descrever os diversos boot managers (gerenciadores de inicializa��o), que variam de arquitetura e at� mesmo por subarquitetura. Voc� deve consultar a documenta��o de seu boot manager para mais detalhes. Lembre-se: quando trabalhar com um boot manager, sempre tenha muito cuidado. _FIXME: Sobre o boot manager_ Se voc� est� instalando em uma esta��o de trabalho sem disco, obviamente, a inicializa��o atrav�s de um disco local n�o ser� sua op��o, e voc� dever� pular este passo. 8.2. ``Criar um Disquete de Partida'' ------------------------------------- Voc� pode querer criar um disquete de inicializa��o at� mesmo se tiver a inten��o de inicializar o sistema diretamente atrav�s do disco r�gido. A raz�o para fazer isto � que n�o � poss�vel inicializar atrav�s de disco r�gido mal instalado, mas um disquete de inicializa��o sempre funcionar�. Infelizmente, esta op��o n�o est� dispon�vel para modelos Macintosh. Seleciona ``Criar um Disquete de Partida'' do menu e coloque um disquete vazio no sistema como solicitado. Tenha certeza que o disquete n�o est� protegido contra grava��o, pois o programa formatar� e gravar� no disquete. Marque-o como um disquete de "Inicializa��o Personalizada" e proteja-o contra grava��o assim que for gravado. Este disquete conter� um kernel e um sistema de arquivos simples, com uma diretiva de usa-lo em seu novo sistema de arquivos ra�z. 8.3. O Momento da Verdade ------------------------- Sua primeira inicializa��o do sistema � conhecido por engenheiros como o "teste de fuma�a". Se voc� tiver qualquer disquete na sua unidade de disquetes, remova-o. Seleciona no menu a op��o ``Reiniciar o Sistema''. Se est� inicializando diretamente na Debian, e o sistema n�o iniciar, utilize o m�dia de inicializa��o original(atualmente, o disquete de inicializa��o), ou insira o disco flex�vel personalizado que voc� criou no passo anterior, e resete seu sistema. Se voc� _n�o_ esta usando o disquete de inicializa��o personalizado, voc� provavelmente ter� que incluir v�rios par�metros de boot. Se inicializar com o disquete de inicializa��o ou t�cnicas similares, voc� precisar� especificar `rescue root=<root>', onde <root> � sua parti��o root, por exemplo "/dev/sda1". Se voc� fez uma instala��o sem disco r�gido em uma m�quina BVM ou Motorola VMEbus, ap�s o sistema carregar o programa `tftplilo' atrav�s do servidor TFTP, atrav�s do aviso `LILO Boot:' digite um dos par�metros: * "b6000 _Enter_" para inicializar um BVME4000/6000 * "b162 _Enter_" para inicializar um MVME162 * "b167 _Enter_" para inicializar um MVME166/167 A Debian dever� inicializar, e voc� ver� as mesmas mensagens de quando voc� iniciou o sistema de instala��o pela primeira vez, seguida de v�rias mensagens novas. 8.4. Configura��o da Debian p�s-inicializa��o (base) ---------------------------------------------------- Ap�s a inicializa��o, ser� lhe perguntado para completar a configura��o do seu sistema b�sico, e ent�o selecionar pacotes adicionais que deseja instalar. A aplica��o que o guia durante este passo � chamado `base-config'. Se desejar re-executar o pacote `base-config' em qualquer ponto ap�s completar a instala��o, execute como root `dpkg-reconfigure base-config'. 8.5. Senhas MD5 --------------- Voc� ser� primeiro perguntado se deseja instalar as senhas MD5. Esta � um m�todo alternativo de armazenar as enhas em seu sistema que � mais seguro que os m�todos padr�es (chamados "crypt"). O padr�o � "n�o", mas se voc� n�o precisa de suporte a NIS e est� centralizado na seguran�a desta m�quina, voc� pode dizer "sim". 8.6. Suporte a Senhas Ocultas ----------------------------- A n�o ser que tenha dito "sim" as senhas MD5, o sistema lhe perguntar� se deseja ativar as senhas ocultas. Este � um m�todo para seu sistema Linux ter um pouco mais de seguran�a. Em um sistema sem senhas ocultas, as senhas s�o armazenadas (encriptadas) em um arquivo lido por todos, `/etc/passwd'. Este arquivo pode ser lido por qualquer um que entra no sistema porque ele cont�m dados vitais dos usu�rios, por exemplo, o mapeamento entre identifica��es num�ricas de usu�rios e nomes de login. Ent�o, algu�m pode conseguir seu arquivo `/etc/passwd' e executar um ataque brute force nele para tentar descobrir as senhas. Se voc� tem senha oculta ativada, as senhas ser�o armazenadas no arquivo `/etc/shadow', que � lido somente pelo root. Ent�o, n�s recomendamos que voc� ative a senha oculta (shadow passwords). A reconfigura��o do seu sistema de senhas sombras pode ser feito a qualquer hora com o programa shadowconfig. Ap�s a instala��o, veja `/usr/doc/passwd/README.debian.gz' para mais informa��es. 8.7. Escolher a senha do usu�rio root ------------------------------------- A conta _root_ � tamb�m chamada de _super usu�rio_, este � um login que ultrapassa todos as prote��es de seguran�a de seu sistema. A conta root somente deve ser usada para fazer a administra��o do sistema, e usada o menor tempo poss�vel. Qualquer senha que criar dever� conter de 6 a 8 caracteres, e tamb�m poder� conter letras mai�sculas e min�sculas, e tamb�m caracteres de pontua��o. Tenha um cuidado especial quando escolher sua senha root, desde que ela � a conta mais poderosa. Evite palavras de dicion�rio ou o uso de qualquer outros dados pessoais que podem ser adivinhados. Se qualquer um lhe pedir senha root, seja extremamente cuidadoso. Voc� normalmente nunca deve distribuir sua conta root, a n�o ser que esteja administrando um computador com mais de um administrador do sistema. 8.8. Criando um usu�rio ordin�rio --------------------------------- O sistema perguntar� se deseja criar um usu�rio ordin�rio neste ponto. Esta conta deve ser usada como sua conta pessoal. Voc� _n�o_ deve usar a conta root para uso di�rio ou como seu login pessoal. Porque n�o? Bem, uma raz�o para evitar usar privil�gios root � por causa da facilidade de se cometer danos irrepar�veis como root. Outra raz�o � que voc� pode ser enganado e rodar um programa _Cavalo de Tr�ia_ -- que � um programa que obt�m poderes do super usu�rio para comprometer a seguran�a do seu sistema sem que voc� saiba. Qualquer bom livro de administra��o de sistemas Unix cobre este t�pico em maiores detalhes - considere a leitura de um destes se isto for novidade para voc�. Nomeie a conta do usu�rio do jeito que quiser. Se seu nome � John Smith, voc� pode usar "smith", "john", "jsmith" ou "js". Voc� tamb�m ser� perguntado sobre o nome completo do usu�rio e, como antes, uma senha. Voc� pode adicionar um usu�rio a qualquer momento ap�s a instala��o usando o comando `adduser'. 8.9. Configurando o PPP ----------------------- Em seguida ser� perguntado se deseja instalar o resto do sistema usando PPP. Se n�o estiver instalando a partir de um CD-ROM e/ou est� conectado diretamente a uma rede, voc� pode escolher "n�o" e pular esta se��o. Se escolher configurar o PPP neste ponto, um programa chamado `pppconfig' ser� executado. Este programa lhe ajuda a configurar sua conex�o PPP. _Tenha certeza, quando ele te perguntar pelo nome de sua conex�o dial-up, escolher o nome "provider"._ Felizmente, o programa `pppconfig' encaminhar� voc� durante a configura��o da conex�o PPP. No entanto, se ele n�o funcionar com voc�, veja abaixo instru��es detalhadas. Para fazer uma conex�o PPP, voc� precisar� conhecer a base da visualiza��o de arquivo e edi��o no Linux. Para ver arquivos, voc� pode usar `more', e `zmore' para arquivos compactados com a extens�o `.gz'. Por exemplo, para ver `README.debian.gz', digite `zmore README.debian.gz'. O sistema b�sico vem com dois editore: `ae', que � mais simples de se usar, mas n�o tem tantas caracter�sticas, e `elvis-tiny', um clone limitado do `vi'. Voc� provavelmente dever instalar mais tarde editores com mais caracter�sticas e visualizadores, como o `nvi, less' e `emacs'. Edite `/etc/ppp/peers/provider' e troque "/dev/modem" por "/dev/ttyS<#>" onde <#> � o n�mero da porta serial do modem no Linux. No Linux, as portas seriais s�o contadas a partir de 0; sua primeira porta serial � `/dev/ttyS0' no Linux. O pr�ximo passo � editar `/etc/chatscripts/provider' e inserir seu n�mero de telefone do provedor, seu nome de usu�rio e senha. N�o apague o "\q" que precede a senha. Ele oculta a senha para n�o aparecer em seus arquivos de log. Muitos provedores usam PAP ou CHAP para seq��ncia de login ao inv�s da autentica��o em modo texto. Outros usam ambos. Se seu provedor requer PAP ou CHAP, voc� precisar� fazer um procedimento diferente. Comente tudo abaixo da string de discagem (a �nica que inicia com "ATDT") em `/etc/chatscripts/provider', modifique `/etc/ppp/peers/provider' como descrito acima, e inclua `user <name>' onde <name> � o seu nome do usu�rio do provedor que esta configurando esta conex�o. O pr�ximo passo � editar `/etc/pap-secrets' ou `/etc/chap-secrets' e entrar com sua senha aqui. Tamb�m ser� necess�rio editar o arquivo `/etc/resolv.conf' e incluir o endere�o IP do servidor DNS do seu provedor. As linhas em `/etc/resolv.conf' seguem o seguinte formato: `nameserver <xxx.xxx.xxx.xxx>' onde os <x>'s s�o os n�meros do endere�o IP. Opcionalmente, voc� pode adicionar a op��o `usepeerdns' ao arquivo `/etc/ppp/peers/provider', que ativar� autom�ticamente os servidores DNS apropriados, usando as configura��es que o computador remoto normalmente oferece. A n�o ser que seu provedor tenha uma sequencia de login diferente da maioria dos ISPs, est� pronto! Inicie sua conex�o PPP digitando `pon' como root, e monitore o processo usando o comando `plog'. Para disconectar, use `poff', como root. 8.10. Configurando o APT ------------------------ O principal m�todo que as pessoas usam para instalar os pacotes em seu sistema � via programa `apt-get', existente no pacote `apt'. [1] O APT deve ser configurado para saber de onde copiar os pacotes. O aplicativo assistente que te guiar� nesta tarefa � chamado `apt-setup'. O pr�ximo passo neste processo de configura��o � dizer o APT onde outros pacotes Debian podem ser encontrados. Note que voc� pode re-executar esta ferramenta em qualquer ponto ap�s a instala��o executando o comando `apt-setup', ou editando manualmente o arquivo `/etc/apt/sources.list'. Se voc� est� inicializando atrav�s de um CD-ROM oficial, ent�o aquele CD-ROM deve ser configurado autom�ticamente como um fonte apt sem perguntar. Voc� notar� isto porque seu CD-ROM ser� scaneado, e ent�o ele perguntar� se deseja configurar outro CD-ROM. Se voc� tiver m�ltiplos CD-ROMs --- e muitas pessoas ter�o --- ent�o voc� dever� ir em frente e scanear cada um destes CDs, um por um. Para usu�rios que n�o possuem um CD da Debian, ser�o oferecidas outras op��es de como os pacotes da Debian ser�o acessados: FTP, HTTP, CD-ROM ou um sistema de arquivos locais. Para usu�rios de CD-ROm, voc� pode obter este passo perguntando especificamente para incluir outra fonte de instala��o. Voc� deve saber que � perfeitamente aceit�vel ter um n�mero de diferentes fontes do APT, at� para o mesmo arquivo da Debian. O `apt-get' automaticamente utilizar� o pacote com o maior n�mero de vers�o atrav�s de todas as vers�es dispon�veis. Ou por exemplo, se tiver ambos os m�todos de acesso HTTP e um CD-ROM do apt, o `apt-get' deve usar autom�ticamente o CD-ROM local quando poss�vel, e somente usar o HTTP se uma nova vers�o estiver dispon�vel. No entanto, n�o � uma boa id�ia adicionar fontes do APT desnecess�rias, pois isso poder� deixar o processo de checagem de novas vers�es dos arquivos da rede bastante lento. [1] Note que o programa atual que instala os pacotes � chamado `dpkg'. No entanto, este pacote � uma ferramenta de baixo n�vel. O `apt-get' invoca o `dpkg' apropriadamente; � uma ferramenta de alto n�vel tamb�m, no entanto, como ele sabe como instalar outros pacotes que s�o necess�rios pelo pacote que est� instalando, como tamb�m copiar o pacote de seu CD, da rede ou qualquer outro lugar. 8.10.1. Configurando os fontes de pacotes na Rede ------------------------------------------------- Se desejar instalar o resto do seu sistema via rede, a op��o mais comum � selecionar o m�todo "http". O m�todo "ftp" tamb�m � aceit�vel, mas tende a fazer conex�es de forma um pouco mais lenta. A seguir voc� ser� perguntar se deseja ter qualquer programa non-free. Isto se refere a programas comerciais ou qualquer outro programa que o licenciamento n�o segue a Debian Free Software Guidelines (http://www.debian.org/social_contract#guidelines). � bom dizer "sim", mas tenha cuidado ao instalar tais softwares, porque voc� precisa se assegurar que est� usando o programa de acordo com sua licen�a. O pr�ximo passo durante a configura��o dos fontes da rede � dizer ao `apt-setup' em que pa�s voc� est�. Isto permite selecionar o mirror Oficial dos arquivos da Debian mais pr�ximo de voc� que ser� conectado. Dependendo do pa�s que selecionar, voc� ser� presenteadoc om uma lista de poss�veis m�quinas. � recomend�vel pegar uma do topo da lista, mas qualquer delas poder� funcionar. Se estiver instalando via HTTP, voc� ser� perguntado por configurar seu servidor proxy. Muitas vezes isto � requerido por pessoas operando atrav�s de firewalls, em redes coorporativas, etc. Finalmente, seu novo pacote fonte de rede ser� testado. Se tudo funcionar bem, voc� ser� perguntado se deseja fazer tudo novamente com outro m�todo de rede. 8.11. Instala��o de Pacotes: Simples ou Avan�ada ------------------------------------------------ A seguir voc� ser� perguntado se deseja usar o m�todo de instala��o simples ou mais rigoroso, m�todo avan�ado. N�s recomendamos iniicar com o m�todo simples, pois pode executar o m�todo avan�ado a qualquer momento. Saiba que para a instala��o simples, o `base-config' est� meramente invocando o programa `tasksel'. Para a instala��o avan�ada de pacotes, o programa `tasksel' estar� executando o programa `dselect'. Um destes podem ser executados a qualquer momento ap�s a instala��o para instalar mais pacotes. Se voc� estiver procurando por um pacote simples, ap�s a instala��o ser conclu�da, simplesmente execute `apt-get install <pacote>', onde <pacote> � o nome do pacote que est� procurando. 8.12. Sele��o Simples de Pacotes -- O Instalador de Tarefas ----------------------------------------------------------- Se selecionar instala��o "simples", ser� executado o Instalador de Tarefas (`tasksel'). Esta t�cnica lhe oferece um n�mero de conjunto de programas pr�-definidos pela Debain. Voc� pode sempre selecionar, pacote por pacote, o que deseja instalar em sua nova m�quina. Este � o prop�sito do programa `dselect', descrito abaixo. Mas isto pode ser uma tarefa longa com aproximadamente 7850 pacotes dispon�veis na Debian! Assim, voc� tem a oportunidade de selecionar _tarefas_ ao inv�s disso. Estas representam claramente um diferente n�mero de trabalhos ou cosias que voc� deseja fazer com o seu computador, tal como "Samba" para servidores SAMBA, ou "Gnome Desktop" para o ambiente de trabalho GNOME. Para cada tarefa, voc� pode selecionar e selecionar "Task Info" para ver mais detalhes sobre ela. Isto lhe permitir� ver uma descri��o extendida e uma lista de pacotes incluidas para aquela tarefa. Uma vez que selecionou suas tarefas, selecione "Finish". Neste ponto, o `apt-get' ser� executado para instalar os pacotes que selecionou. Ser� lhe mostrado o n�mero de pacotes que ser�o isntalados, e quantos kilobytes de pacotes, se dispon�vel, ser�o copiados. Existem duas coisas a serem mencionadas neste ponto. Primeiro, dos 7850 pacotes dispon�veis na Debian, somente uma pequena minoria destes s�o cobertos pelas tarefas oferecidas pelo instalador de tarefas. Para ver detalhes sobre mais pacotes, use `apt-cache search <string-de-procura>' (veja a p�gina de manual apt-cache(8)), ou execute o `dselect' como descrito abaixo. A segunda coisa a mencionar s�o os assim chamados pacotes "padr�es" n�o s�o instalados por padr�o. Assim, algum software, que n�s consideramos b�sico para um sistema Linux, pode n�o ser instalado. [1] Para instalar aquele software, simplesmente execute o comando `tasksel -s', sem selecionar quaisquer pacotes, ent�o selecione "Finish". [1] Isto � devido a um bug no `base-config' que n�s corrigimos para nosso pr�ximo lan�amento. N�s decidimos n�o modificar isto ap�s o lan�amento da Potato, pois foi uma grande modifica��o e muito capaz de causar problemas. 8.13. Sele��o Avan�ada de Pacotes com o `dselect' ------------------------------------------------- Se selecionar sele��o "avan�ada" de pacotes, voc� ser� enviado ao programa `dselect'. A leitura do dselect Tutorial (dselect-beginner.pt.html) � requerida antes de executar o `dselect' O `dselect' lhe permite selecionar pacotes que ser�o instalados em seu sistema. Se tiver um CD-ROM ou disco r�gido contendo os pacotes adicionais da Debian que deseja instalar em seu sistema, ou se estiver conectado a Internet, isto lhe ser� �til certamente. Caso contr�rio, voc� pode desejar sair do `dselect' e inicia-lo depois, uma vez qe transportar os arquivos de pacotes da Debian para o seu sistema. Voc� deve ser o super-usu�rio (root) quando executar o `dselect'. 8.14. Entrando no Sistema ------------------------- Ap�s instalar os pacotes, ser� mostrado o aviso de login. Entre no sistema usando seu login pessoal e senha que selecionou. Seu sistema estar� agora pronto para o uso. ------------------------------------------------------------------------------- 9. Pr�ximos passos e para onde ir a partir daqui ------------------------------------------------ 9.1. Se voc� � novo no Unix --------------------------- Se voc� � novo no Unix, voc� provavelmente dever� comprar muitos livros e ler muito. O Unix FAQ (ftp://rtfm.mit.edu/pub/usenet/news.answers/unix-faq/faq/) cont�m um n�meros de refer�ncia a livros e news groups na Usenet que podem lhe ajudar. Voc� tamb�m pode dar uma olhada em User-Friendly Unix FAQ (http://www.camelcity.com/~noel/usenet/cuuf-FAQ.htm).. O Linux � uma implementa��o do Unix. O Projeto de documenta��o do Linux (LDP) (http://www.tldp.org/) tem um grande n�mero de HOWTOs e livros online relacionados com o Linux. Muitos destes documentos podem ser instalados localmente; tente instalar o pacote `doc-linux-html' (vers�es HTML) ou o pacote `doc-linux-text' (vers�es ASCII), ent�o veja estes documentos em `/usr/doc/HOWTO'. Vers�es internacionais dos HOWTOs da LDP tamb�m est�o dispon�veis como pacotes Debian. Informa��es espec�ficas a Debian podem ser encontradas abaixo. 9.2. Orientando-se com a Debian ------------------------------- A Debian � um pouco diferente das outras distribui��es. At� mesmo se voc� estiver familiar com outras distribui��es do Linux, voce dever� conhecer certas coisas sobre a Debian para ajudar a deixar seu sistema em perfeito estado. Este cap�tulo cont�m materiais para ajuda-lo a se orientar; a inten��o dele n�o � ser um tutorial de como usar a Debian, mas serve como um guia r�pido para o mais apressado. O conceito mais importante a entender � o sistema de pacotes da Debian. Em essencial, grande parte do seu sistema pode ser considerado sobre o controle do sistema de pacotes. Isto inclui: * `/usr' (excluindo `/usr/local') * `/var' (voc� poderia criar `/var/local' com seguran�a aqui) * `/bin' * `/sbin' * `/lib' Por exemplo, se voc� trocar `/usr/bin/perl', ele trabalhar�, mas quando for atualizar seu pacote `perl', o arquivo que colocou aqui ser� substitu�do. Usu�rios experientes podem contornar este problema colocando pacotes em "hold" no `dselect'. 9.3. Futuras leituras e informa��es ----------------------------------- Se voc� precisa saber mais sobre um programa em particular, voc� pode tentar primeiro o comando `man <programa>' ou `info <programa>'. Existem documentos muito �teis em `/usr/doc'. Em particular, `/usr/doc/HOWTO' e `/usr/doc/FAQ' cont�m diversas informa��es interessantes. O web site da Debian (http://www.debian.org/) cont�m larga quantidade de documenta��o. Em particular, veja Debian FAQ (http://www.debian.org/doc/FAQ/) e o Debian Mailing List Archives (http://lists.debian.org/). A comunidade Debian far�o seu suporte; para se inscrever em uma ou mais das listas de discuss�o da Debian, veja Mail List Subscription (http://www.debian.org/MailingLists/subscribe). 9.4. Compilando um novo Kernel ------------------------------ Porque alguem deseja compilar um novo kernel? Isto n�o � freq�entemente necess�rio desde que o kernel padr�o que acompanha a Debian trabalha com muitas configura��es. No entanto, � �til compilar um novo kernel com o objetivo de: * Incluir hardwares ou op��es n�o inclu�das no kernel padr�o, como APM ou SMP. * Otimizar o kernel removendo drivers desnecess�rios, que diminui tempo de inicializa��o e diminui o tamanho do kernel (a mem�ria utilizada pelo kernel n�o � movida para o disco). * Utilizar op��es do kernel que n�o est�o dispon�veis no kernel padr�o (como o firewall da rede). * Executar um kernel desenvolvido. * Impressionar seus amigos, tentando coisas novas. N�o tenha nenhum medo em tentar compilar o kernel. � divertido e lucrativo. Para compilar um kernel para a Debian trabalhar, voc� precisar� de v�rios pacotes: `kernel-package', `kernel-source-2.2.20' (a vers�o mais recente quando este documento foi escrito), `fakeroot' e alguns outros programas que provavelmente j� est�o instalados (veja `/usr/doc/kernel-package/README.gz' para a lista completa). Note que voc� n�o precisa compilar o kernel usando o "m�todo da Debian"; mas n�s achamos que utilizar um sistema de pacotes para administrar o kernel � realmente mais seguro e mais f�cil. De fato, voc� pode obter os fontes do kernel corrigidos por Linus ao inv�s do `kernel-source-2.2.20', contudo utilize o m�todo de compila��o do kernel-package. Note que voc� encontrar� a documenta��o completa sobre o uso do `kernel-package' em `/usr/doc/kernel-package'. Esta se��o cont�m um pequeno tutorial. A partir de agora, n�s assumimos que seus fontes do kernel est�o localizados em `/usr/local/src' e que sua vers�o do kernel � 2.2.20. Como root, crie um diret�rio em `/usr/local/src' e altere o dono daquele diret�rio para a conta n�o-root que utiliza. Com sua conta normal, altere seu diret�rio para onde voc� deseja descompactar os fontes do kernel (`cd /usr/local/src'), descompacte os fontes do kernel (`tar Ixvf /usr/src/kernel-source-2.2.20.tar.bz2'), altere seu diret�rio para ele (`cd kernel-source-2.2.20'). Agora, voc� pode configurar o seu kernel, Execute o `make xconfig' se o X11 estiver instalado, configurado e rodando, `make menuconfig' em caso contr�rio (voc� precisar� do pacote `ncurses-dev' instalado). Leve um tempo lendo a documenta��o online e escolha cuidadosamente as op��es. Quando estiver em d�vida, � tipicamente melhor incluir o controlador de dispositivo (o software que ger�ncia perif�ricos de hardware, como placas Ethernet, controladores SCSI, e muitos outros). Tenha cuidado: outras op��es, que n�o est�o relacionadas com hardwares espec�ficos, devem ser deixadas em seus valores padr�es caso n�o entende-las. N�o se esque�a de selecionar "Kernel daemon support" (e.g. auto-inicializa��o de m�dulos) em "Loadable module support" (Ele n�o � selecionado por padr�o). Se n�o estiver incluido, a sua instala��o da Debian ter� problemas. Limpe a �rvore dos fontes e resete os par�metros do `kernel-package'. Para fazer isto, digite `make-kpkg clean'. Agora, compile o kernel: `fakeroot make-kpkg --revivion=custom.1.0 kernel-image'. O n�mero da vers�o "1.0" pode ser alterada a vontade; isto � um n�mero de vers�o para localizar suas constru��es do kernel. Igualmente, voc� pode colocar qualquer palavra que quiser substituindo "custom" (i.e., o nome do host). A compila��o do kernel poder� demorar um pouco, dependendo da pot�ncia do seu computador. Ap�s a compila��o estar completa, voc� poder� instalar seu kernel personalizado como qualquer pacote. Como root, digite `dpkg -i ../kernel-image-2.2.20-<subarch>_custom.1.0_m68k.deb'. A parte <subarch> � uma subarquitetura opcional, dependendo de que op��es do kernel utilizou. O comando `dpkg -i kernel-image...' instalar� o kernel, junto com outros arquivos de suporte. Por instante, o `system.map' ser� apropriadamente instalado (�til para problemas de depura��o do kernel), e /boot/config-2.2.20 ser� instalado, contendo as suas configura��es atuais do sistema. Seu novo pacote `kernel-image-2.2.20' � inteligente o bastante para utilizar o gerenciador de inicializa��o de sua plataforma para executar uma atualiza��o na inicializa��o, lhe permitindo inicializar sem re-executar o gerenciador de inicializa��o. Se voc� criou um pacote de m�dulos, e.g., se tiver PCMCIA, ser� necess�rio instalar aquele pacote tamb�m. Esta � a hora de reiniciar seu computador: Leia qualquer alerta que o passo acima tenha produzido, ent�o digite `shutdown -r now' Para mais informa��es sobre o `kernel-package', leia `/usr/doc/kernel-package'. ------------------------------------------------------------------------------- 10. Informa��es t�cnica sobre os disquetes de inicializa��o ----------------------------------------------------------- 10.1. C�digo Fonte ------------------ O pacote `boot-floppies' cont�m todo o c�digo fonte e documenta��o dos disquetes de instala��o. 10.2. Disquete de recupera��o ----------------------------- O disquete de recupera��o possui um sistema de arquivos Ext2 (ou um sistema de arquivos FAT, dependendo de sua arquitetura), e voc� pode acess�-los de qualquer sistema que possa montar disquetes Ext2 ou FAT. O kernel do Linux est� no arquivo `linux.bin'. O arquivo `root.bin' � uma imagem de disco de 1.44 MB compactado pelo `gzip' utilizando o sistema de arquivo Minix ou o sistema de arquivos EXT2, e ser� carregada no disco RAM e usado como sistema de arquivos ra�z. 10.3. Trocando o kernel do disquete de recupera��o -------------------------------------------------- Se voc� achar necess�rio trocar o kernel do disquete de recupera��o, voc� dever� configurar seu novo kernel com estas caracter�sticas embutidas e n�o como m�dulos inicializ�veis: * Suporta a RAM disk (`CONFIG_BLK_DEV_RAM') * Suporte a RAM disk inicial - initrd (`CONFIG_BLK_DEV_INITRD') * Suporte do Kernel a bin�rios ELF (`CONFIG_BINFMT_ELF') * Suporte ao dispositivo de Loop (`CONFIG_BLK_DEV_LOOP') * # VERIFICAR SOBRE --- Sistemas de arquivos FAT, Minix e Ext2 (algumas arquiteturas n�o precisam dos sistemas de arquivos FAT e/ou Minix --- -- veja o c�digo fonte) * Suporte a Socket Filtering para DHCP (`CONFIG_FILTER') * Suporte a Packet Socket, tamb�m para DHCP (`CONFIG_PACKET') * Suporte a Unix domain sockets para log do sistema (`CONFIG_UNIX') Em sistemas BVM e Motorola VMEbus, voc� deve usar o utilit�rio `vmelilo' com o arquivo `vmelilo.conf' encontrado no diret�rio `/etc' do disquete. Voc� poder� tamb�m substituir o arquivo `modules.tgz' do disquete de controladores. Este arquivo simplesmente cont�m um arquivo tar compactado atrav�s do `gzip' de `/lib/modules/<kernel-ver>'; fa�a isto a partir de seu sistema de arquivos ra�z, assim todos os diret�rios tamb�m ser�o armazenados no arquivo tar. ------------------------------------------------------------------------------- 11. Ap�ndice ------------ 11.1. Informa��es �teis ----------------------- 11.1.1. Informa��es �teis ------------------------- Uma fonte geral de informa��es no Linux � Projeto de Documenta��o do Linux (http://www.tldp.org/). L� voc� encontrar� todos os HOWTOs e ponteiros para outras grandes informa��es valiosas do sistema GNU/Linux. 11.2. Obtendo a Debian GNU/Linux -------------------------------- 11.2.1. Conjunto Oficial de CDS da Debian GNU/Linux --------------------------------------------------- Se voc� deseja comprar um conjunto de CDs para instalar o sistema Debian GNU/Linux a partir de um CDROM, veja a p�gina de vendedores de CD (http://www.debian.org/CD/vendors/). Neste endere�o voc� obter� uma lsita de dnere�os que vendem a Debian GNU/Linux em CD-ROMs. A lista � organizada por pa�s e desta forma voc� n�o ter� problemas para encontrar um pr�ximo de voc�. 11.2.2. Mirrors da Debian ------------------------- Caso voc� resida fora dos EUA e deseja copiar os pacotes da Debian, voc� pode tamb�m usar um dos muitos dos mirrors que residem fora dos EUA. Uma lista de pa�ses e mirrors podem ser encontradas em Site do servidor FTP da Debian (http://www.debian.org/distrib/ftplist). 11.2.3. Descri��o dos Arquivos de Instala��o do Sistema ------------------------------------------------------- Esta se��o cont�m uma lista anotada de arquivos que encontrar� no diret�rio `disks-m68k'. que arquivos voc� precisar� copiar dependem da op��o inicial de inicializa��o e m�dia de instala��o do sistema operacional que eescolheu. Muitos dos arquivos s�o imagens de disquetes; isto �, um arquivo simples que pode ser gravado em um disco para criar os arquivos necess�rios em um disquete. Estas imagens de disco s�o, obviamente, dependente do tamanho do disquete alvo. Por exemplo, um disquete de 1.44MB � a quantidade normal de dados que cabe em um disquete padr�o de 3.5 polegadas. As imagens para os disquetes de 1.44MB pdoem ser encontradas no diret�rio `images-1.44'. As imagens para os disquetes de 2.88MB, que s�o geralmente usadas para inicializa��o via CD-ROM e semelhantes, s�o encontradas no diret�rio `images-2.88'. Se estiver usando um navegador em um computador de rede para ler este documento, voc� poder� copiar os arquivos selecionando seus nomes no navegador. Dependendo do seu navegador voc� poder� precisar realizar uma a��o especial para copiar diretamente para um arquivo no modo raw bin�rio. Por exemplo, no Netscape voc� precisar� segurar a tecla shift enquanto clica na URL que deseja copiar o arquivo. Os arquivos podem ser copiados das URLs neste documento que est�o dentro do diret�rio do servidor .../current/ (http://http.us.debian.org/debian/dists/woody/main/disks-m68k/current/), ou voc� pode copia-los via ftp de ftp://ftp.debian.org/debian/dists/woody/main/disks-m68k/current/. Voc� tamb�m pode usar o diret�rio correspondente de qualquer um dos Sites de mirror da Debian (http://www.debian.org/distrib/ftplist). 11.2.3.1. Arquivos para partida inicial do sistema -------------------------------------------------- _Imagens do disquete de inicializa��o:_ .../current/amiga/images-1.44/rescue.bin (../../amiga/images-1.44/rescue.bin) .../current/atari/images-1.44/rescue.bin (../../atari/images-1.44/rescue.bin) .../current/bvme6000/images-1.44/rescue.bin (../../bvme6000/images-1.44/rescue.bin) .../current/bvme6000/images-2.88/rescue.bin (../../bvme6000/images-2.88/rescue.bin) .../current/mac/images-1.44/rescue.bin (../../mac/images-1.44/rescue.bin) .../current/mvme147/images-1.44/rescue.bin (../../mvme147/images-1.44/rescue.bin) .../current/mvme16x/images-1.44/rescue.bin (../../mvme16x/images-1.44/rescue.bin) Estas s�o as imagens de disco "Disquete de Inicializa��o". O disquete de inicializa��o � usado para a configura��o inicial e para emerg�ncias, tal como quando seu sistema n�o inicia por alguma raz�o. No entento � recomendado que grave uma imagem de disco para o disqete at� mesmo se n�o estiver usando os disquetes para a instala��o. _Imagem (ns) Ra�z:_ .../current/amiga/images-1.44/root.bin (../../amiga/images-1.44/root.bin) .../current/atari/images-1.44/root.bin (../../atari/images-1.44/root.bin) .../current/bvme6000/images-1.44/root.bin (../../bvme6000/images-1.44/root.bin) .../current/mac/images-1.44/root.bin (../../mac/images-1.44/root.bin) .../current/mvme147/images-1.44/root.bin (../../mvme147/images-1.44/root.bin) .../current/mvme16x/images-1.44/root.bin (../../mvme16x/images-1.44/root.bin) Este arquivo cont�m uma imagem de sistema de arquivos tempor�rio que � carregado na mem�ria quando inicializa a partir do disquete de inicializa��o. Este m�todo � usado por instala�s a partir de disco r�gido e disquetes. _Arquivos de Instala��o do Amiga_ .../current/amigainstall.tar.gz (../../amigainstall.tar.gz) .../current/dmesg (../../dmesg) .../current/amiga/amiboot-5.6 (../../amiga/amiboot-5.6) .../current/amiga/StartInstall (../../amiga/StartInstall) .../current/amiga/StartInstall.info (../../amiga/StartInstall.info) .../current/amiga/StartInstall_CV3D (../../amiga/StartInstall_CV3D) .../current/amiga/StartInstall_CV3D.info (../../amiga/StartInstall_CV3D.info) .../current/amiga/StartInstall_CV64 (../../amiga/StartInstall_CV64) .../current/amiga/StartInstall_CV64.info (../../amiga/StartInstall_CV64.info) .../current/amiga/StartInstall_clgen (../../amiga/StartInstall_clgen) .../current/amiga/StartInstall_clgen.info (../../amiga/StartInstall_clgen.info) .../current/amiga/StartInstall_retz3 (../../amiga/StartInstall_retz3) .../current/amiga/StartInstall_retz3.info (../../amiga/StartInstall_retz3.info) Arquivos que ser�o usados durante a instala��o a partir do AmigaOS. _Arquivos de Instla��o para o Atari_ .../current/atariinstall.tar.gz (../../atariinstall.tar.gz) .../current/atari/bootstra.prg (../../atari/bootstra.prg) .../current/atari/bootargs (../../atari/bootargs) Arquivos utilizados durante a instala��o do sistema Atari. _Arquivos de Instala��o do MacOS_ .../current/macinstall.tar.gz (../../macinstall.tar.gz) .../current/mac/Penguin-19.hqx (../../mac/Penguin-19.hqx) .../current/mac/Penguin-Colors.hqx (../../mac/Penguin-Colors.hqx) .../current/mac/Penguin.doc.hqx (../../mac/Penguin.doc.hqx) Arquivo que ser�o usados quando estiver instalando a partir do MacOS. _BVME6000 Installer Files_ .../current/bvme6000/bvmbug-G.bin (../../bvme6000/bvmbug-G.bin) Arquivos que est�o sendo usados quando estiver instalando a partir do BVME6000. _Imagens de inicializa��o do TFTP e arquivos de configura��o_ .../current/bvme6000/tftplilo.bvme (../../bvme6000/tftplilo.bvme) .../current/bvme6000/tftplilo.conf (../../bvme6000/tftplilo.conf) .../current/bvme6000/tftplilo.txt (../../bvme6000/tftplilo.txt) .../current/mvme16x/tftplilo.mvme (../../mvme16x/tftplilo.mvme) .../current/mvme16x/tftplilo.conf (../../mvme16x/tftplilo.conf) .../current/mvme16x/tftplilo.txt (../../mvme16x/tftplilo.txt) Imagens de inicializa��o usadas para inicializa��o via rede, veja Sec��o 4.5, `Preparando arquivos para inicializa��o TFTP via rede'. Geralmetne, elas cont�m o kernel do Linux e o sistema de arquivos ra�z `root.bin'. Para VME, o suporte TFTP consiste nos programas para carga do Linux e arquivos de configura��o. 11.2.3.2. Arquivos do Kernel do Linux ------------------------------------- Esta � a imagem do kernel do Linux que ser� usada para instala��es via disco r�gido. Voc� n�o precisara delas se esitver instalando a partir de disquetes. .../current/amiga/linux.bin (../../amiga/linux.bin) .../current/atari/linux.bin (../../atari/linux.bin) .../current/bvme6000/linuxbvme6000.bin (../../bvme6000/linuxbvme6000.bin) .../current/mac/linux.bin (../../mac/linux.bin) .../current/mvme147/linuxmvme147.bin (../../mvme147/linuxmvme147.bin) .../current/mvme16x/linuxmvme16x.bin (../../mvme16x/linuxmvme16x.bin) Arquivos do kernel do Linux. 11.2.3.3. Arquivos de Controladores ----------------------------------- Estes arquivos cont�m os m�dulos do kernel, ou controladores para todos os tipos de hardwares que n�o s�o necess�rios para a instala��o inicial. Conseguir os controladores que deseja � um processo feito em dois passos: primeiro voc� deve identificar um arquivo de drivers que deseja utilizar e ent�o selecionar que controladores em particular voc� deseja. O disquete de arquivo de drivers n�o � usado at� que o disco r�gido seja reparticionado e o kernel instaldo. Se precisar de um controlador em particular para a inicializa��o, para sua subarquitetura ou para acessar o disco r�gido, escolha um kernel com os controladores necess�rios compilados e forne�a os argumentos corretos de inicializa��o. Por favor veja: Sec��o 5.1, `Argumentos de Inicializa��o'. Lembre-se que seu arquivo e controladores deve ser consistente com sua escolha inicial do kernel. _imagens do controlador de disquetes:_ .../current/amiga/images-1.44/driver.bin (../../amiga/images-1.44/driver.bin) .../current/atari/images-1.44/driver.bin (../../atari/images-1.44/driver.bin) .../current/bvme6000/images-1.44/driver.bin (../../bvme6000/images-1.44/driver.bin) .../current/mac/images-1.44/driver.bin (../../mac/images-1.44/driver.bin) .../current/mvme147/images-1.44/driver.bin (../../mvme147/images-1.44/driver.bin) .../current/mvme16x/images-1.44/driver.bin (../../mvme16x/images-1.44/driver.bin) Estas s�o as imagens dos controladors de disquetes. _arquivo de controladores de disquetes_ .../current/amiga/drivers.tgz (../../amiga/drivers.tgz) .../current/atari/drivers.tgz (../../atari/drivers.tgz) .../current/bvme6000/drivers.tgz (../../bvme6000/drivers.tgz) .../current/mac/drivers.tgz (../../mac/drivers.tgz) .../current/mvme147/drivers.tgz (../../mvme147/drivers.tgz) .../current/mvme16x/drivers.tgz (../../mvme16x/drivers.tgz) Se n�o estiver limitado a disquetes, escolha um destes arquivos. 11.2.3.4. Arquivos de Instala��o do Sistema B�sico da Debian ------------------------------------------------------------ Estes arquivos s�o necess�rios somente para computadores sem uma conex�o de rede ou com hardwares de rede n�o suportados. Eles cont�m os programas necess�rios para construir um sistema operacional GNU/Linux praticamente b�sico. O conte�do destes arquivos frequentemente pode ser obtido automaticamente pelo instalador atrav�s de uma conex�o de rede. _Imagens do Sistema B�sico:_ imagens do sistmema b�sico totalmente necess�rios aqui Estas s�o as imagens de disco do sistema b�sico. _Tarball do arquivo do sistema b�sico_ .../base-images-current/basedebs.tar (http://http.us.debian.org/debian/dists/woody/main /disks-m68k/base-images-current/basedebs.tar) Se n�o estiver limitado a disquetes, escolha este arquivo. 11.3. Dispositivos do Linux --------------------------- O Linux possui diversos arquivos especiais em `/dev'. Estes arquivos s�o chamados de arquivos de dispositivos. O acesso a hardwares no mundo Unix � diferente. Nele voc� tem um arquivo especial, e um controlador que faz acesso ao hardware atrav�s deste dispositivo. O arquivo de dispositivo � uma interface para o hardware. Os arquivos sob `/dev' tamb�m se parecem diferente de arquivos normais. Est�o listados abaixo os arquivos de dispositivos mais comuns. fd0 Primeira Unidade de Disquetes fd1 Segunda Unidade de Disquetes hda IDE Disco R�gido / CD-ROM na primeira porta IDE (Principal) hdb IDE Disco R�gido / CD-ROM na primeira porta IDE (Escravo) hdc IDE Disco R�gido / CD-ROM na segunda porta IDE (Principal) hdd IDE Disco R�gido / CD-ROM na segunda porta IDE (Escravo) hda1 Primeira parti��o no primeiro disco r�gido IDE hdd15 D�cima Quinta parti��o no quarto disco IDE sda Disco r�gido SCSI com a SCSI ID mais baixa (e.g. 0) sdb Disco r�gido SCSI com a pr�xima SCSI ID (e.g. 1) sdc Disco r�gido SCSI com a pr�xima SCSI ID (e.g. 2) sda1 Primeira parti�� do primeiro disco r�gido SCSI sdd10 D�cima parti�ao do quarto disco r�gido SCSI sr0 CD-ROM SCSI com o SCSI ID mais baixo sr1 CD-ROM SCSI com o SCSI ID mais alto ttyS0 Porta serial 0, COM1 sob o DOS ttyS1 Porta serial 1, COM2 sob o DOS psaux Dispositivo de mouse PS/2 gpmdata Pseudo dispositivo, dados repetidos do daemin GPM (mouse) cdrom Link simb�lico para a unidade de CD-ROM mouse Link simb�lico para o arquivo de dispositivo de mouse null tudo que for direcionado a este dispositivo ser� eliminado zero somente zeros podem ser lidos deste dispositivo 11.3.1. Configurando seu Mouse ------------------------------ O mouse pode ser usado em ambos no console do Linux (com o gpm) e no ambiente X window. Os dois podem ser compat�vies caso o repetidor do gpm for usado para permitir que o sinal chegue ao servidor X, como mostrado: mouse => /dev/psaux => gpm => /dev/gpmdata -> /dev/mouse => X /dev/ttyS0 (repetir) (link simb�lico) /dev/ttyS1 Ajuste o protocolo de repeti��o para ser raw (no `/etc/gpm.conf') enquanto ajusta o X para o protocolo original do mouse no arquivo `/etc/X11/XF86Config' ou `/etc/X11/XF86Config-4'. Esta t�cnica de usar o gpm at� mesmo no X � vantajosa quando o mouse for retirado inadvertidamente. Apenas reinicie o gpm com user@debian:# /etc/init.d/gpm restart E rereconecte o mouse sem reiniciar o X. Se o gpm for desativado ou n�o for instalado por alguma raz�o, certifique-se de ajustar o X para ler diretamente atrav�s de um dispositivo de mouse como o /dev/psaux. Para maiores detalhes, veja o 3-Button Mouse mini-Howto em `/usr/share/doc/HOWTO/en-txt/mini/3-Button-Mouse.gz', `man gpm', `/usr/share/doc/gpm/FAQ.gz', e README.mouse (http://www.xfree86.org/current/mouse.html). 11.4. Espa�o em disco requerido para as tarefas ----------------------------------------------- A instala��o b�sica do woody no computador do autor requer 117MB. O tamanho instalado de todos os pacotes padr�es foi 123MB, com um tamanho de downloa de 38MB; assim foram necess�rio 278MB de espa�o pra instalar os pacotes b�sicos e padr�es. Os seguintes tamanhos de tabelas retornados pelo aptitude (um programa muito belo) para as tarefas listadas no tasksel. O sistema que mostramos j� possui todos os pacotes padr�es instalados. Note que algumas tarefas tem pacotes existentes em outras, assim o tamanho total instalado para duas tarefas juntas pode ser menor que o total obtido adicionando os pacotes. Tarefa Tamanho Tamanho Espa�o necess�rio instalado Download para a instala��o desktop environment 345 118 463 X window system 78 36 114 games 49 14 63 Debian Jr. 340 124 464 dialup system 28 8 36 laptop system 3 1 4 scientific applications 110 30 140 C and C++ 32 15 47 Python 103 30 133 Tcl/Tk 37 11 48 fortran 10 4 14 file server 1 - 1 mail server 4 3 7 usenet news server 6 2 8 print server 48 18 66 conventional unix server 55 19 74 web server 4 1 5 TeX/LaTeX environment 171 64 235 simplified Chinese environment 80 29 109 traditional Chinese environment 166 68 234 Cyrillic environment 29 13 42 French environment 60 18 78 German environment 31 9 40 Japanese environment 110 53 163 Korean environment 178 72 250 Polish environment 58 27 85 Russian environment 12 6 18 Spanish environment 15 4 19 11.5. Efeitos do Verbose e Quit ------------------------------- Estes s�o os efeitos do argumento de inicializa��o `verbose' para o Woody: * Para o LiveCD, permite a escolha de uma m�dia alternativa de instala��o * Quando monta volumes, sempre pergunta o ponto de montagem * Alerta que kernels antigos n�o suportam sistemas de arquivos mais novos. * Alerta que os kernels da s�rie pre-2.4.1 n�o suportam ReiserFS 3.6 * Confirma o caminho dos arquivos de instala��o at� mesmo se somente um caminho for encontrado. Estes s�o os efeitos do argumento de inicializa��o `quiet' na woody: * N�o mostra a confirma��o ants de gravar o gerenciador de partir aboot. * N�o mostra a confirma��o antes de gravar um master boot record * N�o mostra a mensagem 'Informa��o Importante sobreo MBR instalado' * N�o pergunta sobre a instala��o de m�dulos adicionais do disquete * N�o menciona que o s390 n�o suporta reinicializa��o * N�o mostra confirma��o de que a interface detectada foi PCMCIA * N�o mostra mensagens sobre o sucesso da configura��o DHCP * N�o mostra mensagens grandes sobre o Lilo e suporte a grandes discos * N�o mostra mensagens grandes sobre o PALO e suporte a discos grandes * N�o mostra a nota sobre o SGI disklabel no Dvhtool * N�o avisa sobre a quantidade de espa�o em disco que o RiserFS usa * N�o explica o que � o Apple_BOotstrap * Monta a primeira parti��o inicializada em `/' sem perguntar * N�o pergunta sobre a checagem de blocos defeituosos. * N�o pergunta antes de inicializar uma parti��o como XFS, ext2/3, ReiserFS, swap * Evita tentar checar se a parti��o swap est� defeituosa. * N�o mostra uma tela falando sobre a reinicializa��o do sistema antes da mensagem de confirma��o. ------------------------------------------------------------------------------- 12. Administrivia ----------------- 12.1. Sobre este documento -------------------------- Este documento est� escrito em SGML, usando o DTD "DebianDoc". Formatos de sa�da s�o gerados por programas do pacote `debiandoc-sgml'. Para melhorar a facilidade de manuten��o deste documento, n�s usamos um n�mero de caracter�sticas do SGML, como entidades e se��es marcadas. Isso permite a utiliza��o de vari�veis e condi��es na linguagem de programa��o. O fonte SGML deste documento cont�m informa��es para cada diferente arquitetura --- se��es marcadas s�o usadas para isolar certas partes do texto como espec�ficas de arquitetura. A tradu��o deste documento foi feita integralmente por Gleydson Mazioli da Silva <gleydson@debian.org>. 12.2. Contribuindo com este documento ------------------------------------- Se voc� tiver problemas ou sugest�es sobre este documento, voc� poder� envi�-los como um relat�rio de falhas sobre o pacote `boot-floppies'. Veja o pacote `bug' ou `reportbug' ou leia a documenta��o online do Debian Bug Tracking System (http://bugs.debian.org/). Seria bom conferir a p�gina open bugs against boot-floppies (http://bugs.debian.org/boot-floppies) para ver se o seu problema j� foi relatado. Se estiver, voc� pode fornecer colabora��es adicionais ou informa��es �teis para <XXXX@bugs.debian.org>, onde <XXXX> � o n�mero da falha j� relatada. Melhor ainda, obtenha uma c�pia do fonte SGML deste documento, e produza patches atrav�s dele. O c�digo fonte SGML pode se encontrado no pacote `boot-floppies'; tente encontrar a revis�o mais nova na distribui��o unstable (ftp://ftp.debian.org/debian/dists/unstable/). Voc� tamb�m pode acessar o c�digo fonte via WEB em CVSweb (http://cvs.debian.org/boot-floppies/); para instru��es sobre como obter o c�digo fonte via CVS, veja o arquivo README-CVS (http://cvs.debian.org/cgi-bin/viewcvs.cgi/~checkout~/boot-floppies/README-CVS?tag=HEAD%26content-type=text/plain) dos fontes do CVS. Por favor _n�o_ contacte os autores deste documento diretamente. Tamb�m existe uma lista de discuss�o para `boot-floppies', que inclui discuss�es sobre este manual. A lista de discuss�o � <debian-boot@lists.debian.org>. Instru��es sobre a inscri��o nessa lista podem ser encontradas na p�gina Debian Mailing List Subscription (http://www.debian.org/MailingLists/subscribe); uma c�pia online naveg�vel pode ser encontrada em Debian Mailing List Archives (http://lists.debian.org/). 12.3. Maiores contribui��es --------------------------- Muitos, muitos usu�rios e desenvolvedores Debian contribu�ram com este documento. Agradecimentos particulares devem ser feitos a Michael Schmitz (suporte a m68k), Frank Neumann (autor original do Debian Installation Instructions for Amiga (http://www.informatik.uni-oldenburg.de/~amigo/debian_inst.html)), Arto Astala, Eric Delaunay/Ben Collins (informa��es do SPARC), Tapio Lehtonen e St�phane Bortzmeyer por numerosas edi��es e textos. Textos e informa��es extremamente �teis podem ser encontradas no HOWTO para inicializa��o em rede de Jim Mintha's (URL n�o dispon�vel), o A Debian FAQ (http://www.debian.org/doc/FAQ/), o Linux/m68k FAQ (http://www.linux-m68k.org/faq/faq.html), o Linux for SPARC Processors FAQ (http://www.ultralinux.org/faq.html) , Linux/Alpha FAQ (http://linux.iol.unh.edu/linux/alpha/faq/), entre outros. Os mantenedores dessas fontes de informa��o ricas e livremente dispon�veis devem ser reconhecidos. 12.4. Reconhecimento de marcas registradas ------------------------------------------ Todas as marcas registradas s�o propriedade de seus respectivos donos. ------------------------------------------------------------------------------- Instalando Debian GNU/Linux 3.0 para Motorola 680x0 Bruce Perens Sven Rudolph Igor Grobman James Treacy Adam Di Carlo vers�o 3.0.23, 16 May, 2002